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Angélica sobre adolescência dos filhos: “Sou uma mãe muito atenta. Sei de tudo”

Crédito: Reprodução Instagram

Neste período em casa por conta da pandemia do novo coronavírus, Angélica, de 46 anos, está dando várias entrevistas online. Desta vez, a apresentadora conversou com Thais Fersoza no canal da atriz no Youtube. No bate-papo, a loira falou como lida com a adolescência dos filhos, Joaquim, de 15 anos, e Benício, de 12.

“Sou uma mãe muito atenta. Sei de tudo, o horário de cada coisa que cada um está fazendo. Mesmo quando estava gravando, o meu telefone estava com alguém e eu ficava monitorando. A agenda deles sou eu que faço. Eu prefiro assim porque eu fico com tudo na minha mão e eles se sentem mais seguros também. Mas não sou neurótica. Antes da pandemia, Joaquim estava muito nessa onda de ir para festas. Eu deixava ir. Aí vinha: ‘ah, mas os meus amigos chegam 3 ou 4 horas da manhã’. E aí eu explicava que ele não ia chegar nesse horário”, disse.

Já sobre o consumo de bebidas alcoólicas nesses eventos, Angélica afirmou que mantém um diálogo com os herdeiros: “Estou passando por essa fase, porque em todas essas festinhas tem bebida.  E aí que a gente entra na história da conversa, de falar: ‘Olha, isso faz mal dessa forma. Afeta o seu organismo desse jeito’. Conversamos muito isso com o Joaquim. Benício está com 12 e ainda está muito tranquilo.”

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Quando o assunto é sexo, a mulher de Luciano Huck, explicou que deixa a conversa para o patriarca da família: “Ele fica mais à vontade de falar e eles já conversam mesmo sobre isso. O resto, namoradinha, bebida etc, eu falo também. Hoje em dia, os jovens já têm a informação. Está na palma da mão. Então, é melhor ele conversar com a gente do que falar com uma pessoa que não conhece e vai passar a informação para eles da forma que quiser. Temos que falar. Esse negócio de ficar cheio de dedos não dá. A internet está aí e a gente está muito atento a isso”.

Com filhos adolescentes em casa, a comunicadora falou como eles estão passando o isolamento trancados e sem contato com os amigos e outras pessoas. “Está duro. Nos primeiros meses, eles entenderam. Quando deu três meses, começaram a dar uma surtada, do tipo: ‘mãe, o fulano de tal já pegou, está imune’ ou ‘fulana fez o teste, pode vir aqui porque está testada’. Essas coisas meio: ‘e aí? vamos dar uma liberada?’. E eu fui muito radical porque meu pai e minha mãe estão morando aqui comigo. Agora, nos últimos quinze dias, a gente liberou de dois amigos, que já tinham tido até, virem aqui brincar. De máscara”, concluiu.

Vale lembrar que além dos meninos, Angélica também é mãe de Eva, sua caçula de 7 anos de idade.

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Assista a entrevista na íntegra:

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