Os pousos e decolagens nos de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, e do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na região metropolitana, foram retomados após serem suspensos por causa de uma pane técnica no controle de tráfego aéreo na região de São Paulo, na manhã desta quinta-feira, 9.
Por meio de nota enviada à IstoÉ, o Aeroporto de Congonhas informou que a operação voltou ao normal, que houve interrupção entre as 8h58 e as 10h09 em todo o terminal. “A concessionária está tomando todas as medidas para mitigar os impactos” no local.
A FAB (Força Aérea Brasileira) informou, por meio de comunicado, que “houve uma interrupção temporária das operações aéreas devido a um problema técnico operacional, na região de São Paulo”, porém, não explicou o que causou a falha.
Destacou que “as aeronaves foram devidamente sequenciadas, cumprindo rigorosamente todos os requisitos internacionais de segurança de voo e mantendo o fluxo operacional previsto para o aeródromo”, e acrescentou que “as atividades já foram restabelecidas e o problema técnico será apurado pelo DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo)”.
No Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, as operações estavam sendo retomadas parcialmente após paralisação causada por uma “interrupção geral no controle de tráfego aéreo na região de São Paulo”, disse a concessionária GRU Airports, acrescentando que o incidente não teve relação com nenhuma ocorrência no aeroporto.
Já a Azul informou que registrou o cancelamento de 12 voos, além de outros seis alterados, devido ao problema técnico. “Foram afetadas as operações de pouso e decolagem da Azul nos aeroportos de Congonhas, Guarulhos e Viracopos”, completou. A companhia aérea também destacou que os clientes afetados estão recebendo a assistência “prevista pela Resolução 400 da Anac (Agência Nacional de Aviação)”.
O Ministério de Portos e Aeroportos divulgou uma nota na qual afirma que, em conjunto com a Anac, está trabalhando para identificar os possíveis impactos na malha aérea e mantém articulação com o DECEA para garantir a plena regularidade das operações.
*Com informações da Reuters