Aécio Neves convida Ciro Gomes para disputar à Presidência pelo PSDB

Aécio Neves justifica a aposta no ex-governador como alternativa nacional para superar polarização e buscar desenvolvimento

Ciro Gomes, ex-governador do Ceará, foi convidado por Aécio Neves para ser o nome do PSDB nas eleições deste ano
Ciro Gomes, ex-governador do Ceará, foi convidado por Aécio Neves para ser o nome do PSDB nas eleições deste ano Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, formalizou nesta terça-feira, 14, um convite a Ciro Gomes para disputar a Presidência da República pela legenda nas eleições deste ano. O anúncio foi feito após uma reunião na liderança do PSDB na Câmara dos Deputados. Neves justificou a iniciativa afirmando que o Brasil precisa de um projeto que supere a polarização e recoloque o país no caminho do desenvolvimento, apresentando o ex-governador como uma alternativa nacional.

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O que aconteceu

  • O PSDB, por meio de seu presidente Aécio Neves, convidou Ciro Gomes para ser seu candidato à Presidência da República nas próximas eleições.
  • Aécio Neves defendeu a candidatura de Ciro Gomes como uma alternativa capaz de superar a polarização política e promover o desenvolvimento nacional.
  • O ex-governador Ciro Gomes é visto como um líder que pode conciliar uma agenda liberal na economia com importantes políticas de inclusão social.

A sinalização do PSDB ocorre em meio a um movimento distinto de Ciro Gomes, que vinha estruturando uma candidatura ao governo do Ceará. Segundo Aécio Neves, no entanto, o pedetista reúne as condições para liderar o chamado centro democrático, ao combinar uma agenda liberal na economia com políticas de inclusão social.

Por que Aécio Neves e o PSDB apostam em Ciro Gomes?

O dirigente tucano argumentou ainda que o ex-governador “é maior do que as fronteiras do Ceará” diante do atual cenário político do país. Aécio Neves ressaltou a experiência e a capacidade de Ciro Gomes para enfrentar os desafios nacionais.

Ao comentar o quadro econômico, Ciro Gomes traçou um diagnóstico duro, citando o avanço da inadimplência, o elevado número de empresas em dificuldades e o crescimento da informalidade. Ele também mencionou os trabalhadores de aplicativos e criticou episódios de corrupção envolvendo altas esferas do poder, que, segundo ele, contribuem significativamente para a descrença nas instituições.