Em depoimento no Senado Federal Thales de Queiroz Sampaio afirmou à CPI da Braskem que a empresa processou o Serviço Geológico do Brasil (SGB), do qual ele é ex-diretor. Ocorre que a ação, que provocou alvoroço entre os membros da comissão, simplesmente não existe. Ele não mostrou até este momento um número de processo.

A tal peça fictícia que, segundo alega, cobrou R$ 1 bilhão por danos morais à instituição jamais apareceu. Não há sequer registro de processo da Braskem contra o SGB.

A afirmação do ex-diretor, que aproveitou a ocasião para anunciar sua aposentadoria, chamou a atenção do relator, senador Rogério Carvalho (PT-SE), que terá o trabalho de desmontar essa confusão. É, agora tem até ação fantasma nessa CPI.