Em Cartaz

A travessia das cantoras celtas

O quarteto Celtic Woman exibe a riqueza milenar da música irlandesa em excursão pelo Brasil

Crédito: Kip Carroll

EVOCAÇÃO A violinista Tara McNeill e as cantoras Éabha McMaho, Mairéad Carlin e Megan Walsh no palco: “Ancient land” (Crédito: Kip Carroll)

Celtic Woman faz sua segunda vinda ao Brasil em 15 anos de carreira. O grupo é formado por três cantoras – Mairéad Carlin e Megan Walsh e Éabha McMaho – e uma violinista, Tara McNeill. Na turnê mundial “Ancient land”, convidam o público para uma festa que une a Idade Média ao pop. “Celebramos a história e refletimos o espírito vibrante moderno dos irlandeses”, diz à ISTOÉ Mairéad Carlin, de 30 anos. “É uma jornada pela Irlanda de ontem e hoje.” Segundo Mairéad, o grupo promove a fusão entre pop, clássico e folclore. Na apresentação, que conta com orquestra e bailarinos, mostram por que a música da Irlanda ganhou fama e fez o quarteto vender 10 milhões de CDs e DVDs. “A imigração aumentou a influência musical irlandesa, sobretudo no rock e no pop”, afirma. Suas danças saltitantes (como a giga), canções de bebedeira, lamentos e baladas são irresistíveis. “Tudo o que temos a mostrar é o melhor no caráter irlandês: graça, gentileza e pureza de coração e alma”, diz. Theatro Municipal, Rio de Janeiro, 17 e 18/8. Teatro Guaíra, Curitiba, 22 e 23/8. Credicard Hall, São Paulo, 24 e 25/8.

Mairéad sobre o som irlandês

Kip Carroll

Fusão
“Fazemos uma mistura entre música irlandesa tradicional, pop e clássico”

Ritmo
“Há um parentesco entre as músicas irlandesa e brasileira, principalmente no caráter binário (2/4) das danças”

Honestidade
“A música irlandesa se conecta com o mundo com sua honestidade e sua capacidade de contar histórias”