Em Cartaz

A trágica vida de Janis Joplin

Biografia revela passagem pelo Brasil da cantora que morreu há 50 anos

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SUCESSO Uma carreira meteórica: apenas quatro álbuns lançados entre 1967 e 1970 (Crédito: Divulgação)


Para a biógrafa de Janis Joplin, Holly George-Warren, “a viagem da cantora ao Brasil foi uma das aventuras mais felizes de sua vida”. A autora prossegue: “Ela gostou tanto que tatuou no pulso a estampa de uma pulseira que comprou na Bahia”. Em “Janis Joplin – Sua vida, sua música – A biografia definitiva da mulher mais influente da história do rock” (Ed. Seoman), Holly traz um relato detalhado da vida da roqueira cuja morte completa 50 anos em 4 de outubro de 2020. Aos 27 anos, Janis morreu de overdose duas semanas após outra lenda do estilo, o guitarrista Jimi Hendrix – que também faleceu aos 27. “Janis era diferente do que as pessoas imaginam. Não era só uma jovem sonhadora, mas uma artista que trabalhava duro, além de ambiciosa e talentosa”, diz Holly. Influenciada pela geração dos beatniks, a cantora nasceu em uma família conservadora na pequena cidade de Port Arthur, no Texas. Ela se mudou para a Califórnia, onde se apaixonou pelo blues e descobriu que sua voz rouca tinha um timbre similar ao das grandes cantoras negras da época. A combinação de Janis com o rock psicodélico da banda Big Brother and the Holding Company gerou clássicos como “Summertime” e “Piece of my Heart”, do disco “Cheap Trills”. Mais tarde, ela seguiu carreira solo e gravou “Pearl”, álbum póstumo lançado três meses após sua morte.

Entre o palco e os amores

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Escrito pela experiente cronista musical Holly George-Warren (foto), a biografia de Janis Joplin conta que a cantora decidiu vir ao Brasil após assistir ao filme “Orfeu Negro”, de Marcel Camus. Depois de passar o carnaval no Rio de Janeiro com a amiga Linda Gravenites, conheceu o americano David Niehaus, com quem pegou a estrada para Salvador, na Bahia. “Decidi escrever essa biografia porque não acreditava na imagem que me apresentavam de Janis”, diz Holly. Segundo a autora,a cantora sofria porque era uma pessoa muito sensível dividida entre a carreira profissional e diversos relacionamentos amorosos, todos efêmeros: “Ela morreu muito jovem, não teve tempo de aprender com a vida.”

 

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