Comportamento

A segurança olímpica

Como os cinco mil homens da Força Nacional que acabam de chegar à cidade farão a proteção do evento esportivo

Crédito: AFP PHOTO/VANDERLEI ALMEIDA

TROPA Os agentes da Força Nacional (foto) também terão ajuda de vigilantes do Exército e vigilantes privados (Crédito: AFP PHOTO/VANDERLEI ALMEIDA)

A um mês do início da Olimpíada Rio-2016, a Força Nacional assumiu o controle das instalações dos Jogos Olímpicos na terça-feira 5. A apresentação acontece em meio a dúvidas quanto à capacidade de o Estado cuidar da segurança pública, após uma onda de violência atingir a cidade nas últimas semanas. Os novos agentes estão escalados para fazer o patrulhamento do interior e dos arredores dos estádios, atuando no evento ao lado de soldados do Exército e de vigilantes privados. Rebatendo às críticas, o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, disse que o Rio de Janeiro está pronto para garantir o bem-estar de moradores, atletas e visitantes. “Posso garantir que nós temos todo o efetivo necessário para a realização das funções que nos foram atribuídas”, afirmou. “Todo efetivo e escalas estão absolutamente fechados para que haja absoluta tranquilidade nos Jogos.”

O contingente da Força Nacional chegando ao município foi reduzido logo antes do desembarque. Inicialmente, estavam previstos 9,6 mil homens, mas o número caiu para 5 mil. Para ajudar os agentes a cumprir suas funções, que incluem ainda segurança patrimonial, foram escalados mais 4 mil combatentes das Forças Armadas. Eles cuidarão dos aeroportos, das principais vias (como a linha Vermelha e a Amarela), da faixa costeira e dos transportes públicos, como ônibus e ferrovias. O governo contratou ainda uma empresa privada para reforçar o esquema. Seus funcionários serão responsáveis pelas revistas nas entradas dos complexos olímpicos. A companhia deve chamar mais de cinco mil pessoas para atuar na Olimpíada. Com isso, abre-se espaço para que a Força Nacional preencha outras funções, de vigia e supervisão.

A Força Nacional chega ao Rio em meio a uma crise de segurança na cidade. Os problemas se acentuaram após o assassinato da médica Gisele Palhares na Linha Vermelha, o roubo de equipamentos de uma TV alemã e protestos em que agentes delegacias pararam pedindo melhores salários. Um dia antes de assumir o patrulhamento, um carro da própria Força foi alvejado por um disparo na Avenida Brasil, na zona norte do Rio. Espera-se que o esquema de segurança planejado estabilize a capital carioca.

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