Gente

A rainha do baile…

Crédito: Divulgação

O carnaval da atriz Deborah Secco vai ser pura realeza. Ela será a 26ª rainha do tradicional Baile do Copacabana Palace. A festa, este ano, será inspirada nos costumes e tradições italianas. O evento acontece no dia 2 de março e o ingresso individual no nível mais top custa a bagatela de R$ 5.288. A rainha Deborah terá como princesa sua filha, Maria Flor. “Quando ela soube que eu seria a rainha, me perguntou se ela seria a princesa”, revela Deborah aos risos. A atriz, na verdade, será duas vezes rainha nesse carnaval: além do baile do Copa, reinará no camarote Allegria no dia do desfile na Sapucaí.

… e o eterno rei da música

Divulgação

Interpretando pela segunda vez o rei Roberto Carlos — a primeira foi no teatro, em uma participação em “Chacrinha, o Musical” — o ator Gabriel Leone está feliz da vida. O rei aprovou sua atuação no filme “Minha Fama de Mau”. “Foi um mergulho em uma época que não tinha muitos registros em vídeo. Comecei a escutar a voz do Roberto e trazer características pontuais dele”, diz. O filme estreia nos cinemas no dia 14 e contará a vida de Erasmo Carlos, o grande parceiro de Roberto. Junto com a ternurinha Wanderléia, o trio conquistou o Brasil. Gabriel conta que aprendeu a tocar piano para que as cenas fossem mais realistas. “É uma oportunidade única de homenagear esses caras ainda em vida.”

O decote da deputada

Divulgação

No primeiro dia de funcionamento da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, o debate mais importante foi o decote do macacão vermelho usado pela deputada Ana Paula da Silva (PDT). As fotos da parlamentar vestindo o modelo viralizaram. Foram mais de 6 mil compartilhamentos e de 8 mil comentários. A maior parte contendo xingamentos.

A senhora esperava uma repercussão tão grande?
Jamais! No primeiro momento, me senti muito mal. Não é fácil ficar sendo xingada.

Por homens e mulheres?
Sim. Muitas me chamaram de vagabunda, de dona de prostíbulo e daí para baixo.

Arrependeu-se da escolha?
Não. Sou como toda mulher. Tem dia em que, se pudesse, sairia de pijama. E há dias em que quero estar deslumbrante. Comprei o macacão para a posse. Na loja, as meninas me ajudaram e ninguém viu problema na roupa. Não é um decote que estabelece padrões e conceitos de vida.

Como explica reações tão raivosas?
Simbolizam o preconceito contra as mulheres. Muitas se reconheceram na minha situação e se lembraram de episódios em que foram agredidas por causa da roupa que usavam.

Mas a senhora não acha que o modelo pode ter sido inapropriado para o ambiente?
Não. Respeitei o decoro. E eu sou assim. Sempre usei decote, salto alto. As pessoas é que querem limitar espaços e comportamentos para as mulheres. Mas é meu direito escolher como me vestir. E não ser agredida por isso.

Um tal de Rodrigo ali no meio

Divulgação

O diretor Rodrigo Bernardo fechou o contrato de sua vida. Firmou parceria com uma das maiores agências de talentos e de literatura do mundo, a ICM Partners, com escritórios em Los Angeles, Nova York, Washington e Londres. Entre seus agenciados estão: Al Pacino, Samuel L. Jackson, Woody Allen e Michael Keaton. “Agora tem um tal de Rodrigo ali no meio”, diz. “Estou só esperando a festa da firma.” Ele, que também é showrunner — cria, escreve e produz séries —, está em Berlim conversando sobre a produção de seu novo longa, baseado no best-seller “Como me Tornei Estúpido”. No Brasil, ele produzirá um filme sobre a banda Charlie Brown Jr.

A malvada favorita

Divulgação

Aos 25 anos, a atriz Elisa Romero teve a sorte de poucos. Estreou na televisão como vilã. Ela é Temina na novela “Jesus”, na Record. A serva de Caifás é nota dez no quesito “falsiane”. Uma atuação no teatro a fez ser comparada a Sonia Braga. “É loucura, não é?”, brinca a atriz.

Pediu para sair

Divulgação

Depois de o ator Kevin Hart desistir de apresentar a premiação do Oscar 2019 — postagens suas envolvendo homofobia vieram à tona —, a academia anunciou na semana passada que a cerimônia não terá um anfitrião. Em uma das postagens, Kevin disse que se um filho dele brincasse de bonecas ele iria “quebrá-la na cabeça dele e dizer ‘pare, isso é coisa de gay.”