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‘A política do cancelamento não é nada saudável’, diz Ana Vilela

‘A política do cancelamento não é nada saudável’, diz Ana Vilela

A cantora e compositora Ana Vilela foi a convidada da live da IstoÉ Gente, na noite da última segunda-feira (3). Na conversa com o jornalista Rafael Ferreira, ela falou da carreira, dos projetos no pós-pandemia e dos bastidores da criação da música “Trem Bala”,  canção lançada há cinco anos e que teve uma repercussão incrível.

A letra, com milhões de visualizações nos canais de streaming, conquistou de Gisele Bündchen ao Padre Fábio de Melo, além de ter sido regravada por Luan Santana. “Recebi um sinal de Deus e coloquei no papel.  Não tenho lembrança viva de estar escrevendo a música”, diz. Ana durante a entrevista detalhou o momento de criação da sua canção famosa. “Eu passava por um momento pessoal muito triste. A letra representa um pouquinho de cada momento desse período de reflexão”, analisa.

Ana, na entrevista, a cantora disse que gosta de música desde a infância, influenciada pelos avós. “Quando criança eu sonhava em ser a Sandy.” Segundo ela, ser profissional da música nunca passou pela cabeça, por causa da condição da vida humilde no interior do Paraná. “Pouco antes de fazer ‘Trem bala’, me preparava para o vestibular. Não pensava a música como prioridade”.

No bate-papo, ela revela que escreveu a letra de “Trem Bala” em 40 minutos, quase sem retoques, como se fosse uma psicografia. “A música foi feita só para desabafar. Nunca pensei que as pessoas iam se identificar desta forma com a letra. Era uma música para mim,” conta. Nascida em Londrina (PR) há 23 anos e atualmente radicada na cidade do Rio de Janeiro (RJ), Ana na live contou sobre a emoção de ter sido convidada para a gravação da música “Laços”, composta por Gabriel Moura, ao lado de Nando Reis. A ideia da parceria foi da gravadora Musickeria, de Luiz Calainho, tendo como principal objetivo homenagear os profissionais de saúde, que tem sido de extrema importância durante a pandemia da Covid-19. “A canção é uma homenagem aos trabalhadores da saúde que estão vivendo uma barra neste tempo de pandemia”, diz, toda orgulhosa.

Ainda na live, Ana falou sobre o novo trabalho – a música “Tanta gente” – uma canção que fala sobre padrões comportamentais da sociedade e sobre o respeito dos diferentes. A letra relaciona atitudes e condutas automatizadas e doentias do ser humano, abordando questões como intolerância e a necessidade de seguir padrões comportamentais.  “A pandemia me fez passar por um processo pessoal de rever o mundo de outra forma. Até mais pessimista. A gente está desaprendendo a viver em sociedade”, avalia.


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Para finalizar, Ana Vilela, que é fã do programa Big Brother – “sou uma bebezete” -, fez uma análise do programa, revelou a torcida e opinou sobre a política do cancelamento, um comportamento nas redes sociais que ganhou força no Brasil depois do início do programa da Globo. “A política do cancelamento não é nada saudável. Você comete um erro e vai ser crucificado pelo resto da vida por ter errado. Isso é muito tóxico. Tira da gente o direito de errar. Viver com medo não produz arte”, avalia.

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