Comportamento

A peso de ouro

O primeiro hotel do mundo revestido com o metal mais precioso, fica no Vietnã. Mas se engana quem acredita que sua suntuosidade é feita para poucos

Crédito: Divulgação

DOURADO O Hotel Dulce Gonden Like apresenta até banheira de ouro: Luxo ao extremo (Crédito: Divulgação)

A pós onze anos de construção e um gasto superior a US$ 200 milhões (R$ 1 bilhão) foi inaugurado no último dia 3 de julho o primeiro hotel cinco estrelas do mundo totalmente coberto de ouro. O Dolce Golden Like é revestido com o metal mais valioso e que está presente em praticamente todas as instalações, desde a fachada reluzente aos utensílios mais básicos. O hotel, que tem 25 andares e pertence ao grupo americano Wyndham Hotels, disponibiliza aos seus clientes 400 quartos e doze tipos de acomodações diferentes. Porém, quem pensa que tal opulência está disponível apenas para ricaços, está enganado. O hotel tem valores de diárias a partir de US$ 250, algo em torno de R$ 1.300, preço acessível a cidadãos comuns, tendo em vista o que é oferecido no estabelecimento. Assim que o hospede entra no edifício e olha a seu redor, já percebe o teto, as paredes do saguão, tudo dourado. Recoberto em ouro nos mínimos detalhes, nas molduras que circundam o salão, o dourado foi colocado nas portas e até nas maçanetas. Não se fez economia. Até nos cômodos mais íntimos a opulência se faz presente. Todos os equipamentos dos banheiros são cobertos de ouro, vasos, pias, banheiras, chuveiros, mesinhas e suportes para toalhas, reluzem no mesmo tom. Nesse caso, na suíte mais exclusiva, o preço da diária vai às alturas: R$ 34,7 mil.

+ SP deve receber cinco milhões de doses de vacina chinesa em outubro, diz Doria

Curiosidades

Apesar da abundância em ouro, o conceito de luxo deve ser visto de forma mais ampla. Para a professora Miriam Stolses Mazo, coordenadora do curso de Marketing da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, a exclusividade oferecida pelo hotel tem a intenção de proporcionar uma experiência única. “Quem se hospeda num hotel desses, não quer apenas dormir lá, há outro elementos além do ouro que o tornam sedutor”, afirma. Nesse caso, as atrações do hotel como passeios e jantares, também atraem os hóspedes.

Divulgação

A cidade de Hanói, no Vietnã, caracteriza-se por ser um pólo turístico no sudeste Ásia. Por isso, a intenção do hotel é também estimular, cada vez mais, a visitação ao País. Além do turismo, há apartamentos que são destinados para comercialização. “A ideia é destinar parte dos quartos para a locação. Dessa forma, se garante um fluxo constante de pessoas no hotel”, diz Mazo. Isso porque, mesmo sendo um espaço de luxo, no qual as pessoas também vão para esbanjar, se o hotel não tiver um funcionamento normal, no padrão internacional, a projeção social pode não ser atingida. Outro item que chama atenção no local é a área de lazer de 500 m2, que não foge do dourado, com uma parede de duchas que reflete o brilho do ouro para o mundo externo no topo do prédio. Quando a pandemia passar, a hospedagem no local deve aumentar.

Veja também

+Após ficar internada, mulher descobre traição da mãe com seu marido: ‘Agora estão casados’

+ Por decisão judicial, Ciro Gomes tem imóvel penhorado em processo com Collor

+ Jovem é suspeita de matar namorado com agulha de narguilé durante briga por pastel

+ Baleia jubarte consegue escapar de rio cheio de crocodilos na Austrália

+ MasterChef: mesmo desempregado, campeão decide doar prêmio

+ Tubarão é capturado no MA com restos de jovens desaparecidos no estômago

+ 12 razões que podem fazer você menstruar duas vezes no mês

+ Arqueólogo leva 36 anos para montar maquete precisa da Roma Antiga

+ Senado aprova alterações no Código de Trânsito Brasileiro

+ Por que não consigo emagrecer? 7 possíveis razões

+ O que é pior para o seu corpo: açúcar ou sal?

+As 10 picapes diesel mais econômicas do Brasil

+ Cozinheira desiste do Top Chef no 3º episódio e choca jurados

+ Arrotar muito pode ser algum problema de saúde?

+ Educar é mais importante do que colecionar

+ Pragas, pestes, epidemias e pandemias na arte contemporânea