A direita avança

As disputas municipais são nossas eleições “intermediárias”. Como em todo o mundo, refletem o pleito passado e apontam tendências para o próximo. Se o resultado em novembro confirmar os números da largada que vemos no quadro ao lado, as capitais terão dado um passo à direita. Considerado o conjunto dos 72 postulantes que ocupam as três primeiras colocações nessas cidades, 25% são de partidos à esquerda, com o PSB à frente do PT, PDT, PSOL e PCdoB.

A “direita” nem sempre é bolsonarismo, mas o seu eleitorado
é que alimenta o sonho de reeleição do presidente

Ao centro, MDB, seguido por PSDB e Cidadania têm 24%. E à direita, onde DEM e PSD são acompanhados por
11 legendas — estão 51% dos candidatos. Para se ter uma ideia do tamanho da mudança, caso ela venha a se concretizar: em 2016 a esquerda elegeu 35% dos prefeitos das capitais; o centro, 46%; e a direita apenas 19% deles. Note-se que na política “direita” nem sempre significa bolsonarismo, mas é o seu eleitorado que alimenta o sonho de reeleição do presidente.

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