A carteira ou a vida: brazucas entregam tudo sem reclamar

Crédito: Evaristo Sa/AFP

(Crédito: Evaristo Sa/AFP)

É realmente incompreensível, ao menos para mim, entregar o País nas mãos de um delinquente, que se mostrou o líder da maior quadrilha de assalto do mundo. Falo, por óbvio, de Lula, o Partido dos Trabalhadores (PT) e seus sócios no mensalão e petrolão.

Tão incompreensível quanto, é manter no poder um psicopata ignorante e negacionista, sócio do coronavírus, patriarca de um clã de peculatários e parceiros de milicianos perigosos, que levou o Brasil a um desastre sanitário e socioeconômico monumental.

Por que são Jair Bolsonaro, o verdugo do Planalto, e Lula da Silva, o meliante de São Bernardo, os favoritos disparados nas eleições de 2022, sinceramente, eu não sei. Aliás, nem mesmo os eleitores, intuo, sabem muito bem o porquê dessa cagada toda.

FUTEBOL E RELIGIÃO

Pelo que percebo, minha teoria é, a despeito das já conhecidas baixa escolaridade e apolitização ampla da maior parte do eleitorado, que o brasileiro comum resolveu tratar das eleições como quem trata do time de futebol que torce e/ou da religião que professa.

Sim, o comportamento é do tipo ‘rivalidade de estádio’, onde o importante é vencer o adversário e depois tirar sarro da derrota. Ou ainda, devotar o político de estimação como quem devota um santo ou um deus. No caso, o próprio Deus, o que é ainda pior.

A ampla maioria não quer saber de projetos para o País, planos de futuro ou todos os incontáveis motivos para não votar nem em um nem em outro. Fecham olhos e ouvidos – e narizes! – para o que são e fazem estes dois populistas corruptos e ordinários.

LULA E BOLSONARO

Fale a verdade: você entregaria seu negócio, sua carreira e sua poupança a Lula ou a Bolsonaro? Você entregaria a própria saúde, ou dos pais e filhos, a algum destes dois? Por que diabos, então, você entregará o País inteiro; sua vida e de seus queridos?

Lula já demonstrou ser nefasto para a sociedade (inaugurou o odiento nós x eles, abraçado e copiado pelo amigão do Queiroz) e desastroso para os cofres públicos (mensalão, petrolão), além de nos ter empurrado seu poste demolidor, Dilma Rousseff.

Bolsonaro mostrou-se um homicida cruel, incompetente absoluto (em tudo!) e cúmplice dos maiores ladrões em atividade deste país; leia-se: líderes do centrão. Sem falar nos próprios rolos com funcionários fantasmas e cheques de milicianos na conta da esposa.

2022: FIM OU RECOMEÇO

Nas eleições deste ano, o brasileiro poderá repetir o que vem fazendo há anos – talvez, há séculos. Ou poderá inovar, dar uma chance a si mesmo e ao País, e votar não em salvadores da pátria falsos e personagens de si mesmos, mas em pessoas reais.

Pessoas como, por exemplo, o governador de Minas, Romeu Zema – com todos seus defeitos e inexperiência política. Ou o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. Ou ainda, em gente como Henrique Meirelles e até mesmo o ex-juiz Sergio Moro.

Todos estes acima, e uma penca de outros nomes, como João Doria e Simone Tebet, apresentam requisitos mínimos para fazerem uma gestão infinitamente melhor – ou muito menos pior, vá lá – do que os dois desastres apocalípticos, Lula e Bosonaro.

O ano de 2022 poderá marcar nosso fim definitivo, como nação pretensamente disposta a se tornar desenvolvida, ou inaugurar uma nova era de oportunidades, tanto nos campos social e econômico, como na pacificação dos brasileiros e suas famílias. Que saibamos corrigir o rumo! (ainda que eu duvide, infelizmente).

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Sobre o autor

Ricardo Kertzman é blogueiro, colunista e contestador por natureza. Reza a lenda que, ao nascer, antes mesmo de chorar, reclamou do hospital, brigou com o obstetra e discutiu com a mãe. Seu temperamento impulsivo só não é maior que seu imenso bom coração.


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