Economia & Negócios

Bolsa cai com recuo das ações de Petrobras, Vale e siderúrgicas

Papéis foram impactados pelas preocupações com o mercado acionário chinês e a queda das commodities; Bovespa recuou 1%, para o menor nível desde março

Bolsa cai com recuo das ações de Petrobras, Vale e siderúrgicas

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Depois de flertar por vários dias com os 51 mil pontos, a Bovespa finalmente terminou neste patamar. A queda das commodities e as preocupações com a China pressionaram os papéis de empresas como Vale, Petrobras e siderúrgicas, levando o Ibovespa a cair mais de 1%. A ata do Federal Reserve acabou causando uma piora pontual do índice, mas não foi preponderante na sessão.

O Ibovespa terminou o dia em baixa de 1,07%, aos 51.781,74 pontos, menor nível desde 31 de março (51.150,16 pontos). Na mínima, marcou 51.574 pontos (-1,47%) e, na máxima, 52.468 pontos (+0,24%). No mês, acumula perda de 2,45% e, no ano, alta de 3,55%. O giro financeiro totalizou R$ 5,710 bilhões.

O tombo de quase 6% em índices acionários da Ásia acendeu a luz amarela sobre a situação do mercado financeiro daquele país e possíveis impactos numa economia já em desaceleração.

Assim, Vale e siderúrgicas se destacaram, da mesma forma que Petrobras, influenciada pelo recuo nas cotações do petróleo. Na Nymex, o preço da commodity para agosto caiu 1,30%, para o menor valor desde 10 de abril, a US$ 51,65 o barril. Já o minério de ferro desabou 11,3% no mercado à vista chinês, para US$ 44,1 a tonelada seca, menor valor desde 2008. Em 2015 até agora o preço acumula queda de cerca de 40%.

Petrobras ON caiu 1,37%, Petrobras PN, 1,95%, Vale ON, 4,29%, Vale PNA, 4,03%. Gerdau PN perdeu 2,28%, Metalúrgica Gerdau PN, 3,10%, Usiminas PNA, 3,36% e CSN ON, 5,10%.

No setor financeiro, Bradesco PN, -1,79%, Itaú Unibanco PN, -1,15%, BB ON, -1,11%, e Santander unit, -1,62%.

À tarde, a Bovespa renovou as mínimas, na esteira da divulgação da ata do Federal Reserve, que provocou discreta ampliação das perdas nos índices acionários em Nova York.

O documento do Fed mostrou que a maioria dos dirigentes do banco central norte-americano desejou mais informações em junho, antes de tomar a decisão para alta da taxa de juros, e que vários dirigentes mencionaram as incertezas sobre a China e a Grécia na reunião mais recente.

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