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O crime organizado atua em torcidas uniformizadas

O crime organizado atua em torcidas uniformizadas

A chacina promovida em São Paulo na semana passada por uma facção criminosa, na sede da torcida uniformizada do Corinthians chamada “Pavilhão Nove”, mostra que está correta uma velha tese do Ministério Público que os cartolas do futebol insistem em não considerar – a de que o crime organizado já funciona dentro de algumas dessas torcidas. Prova disso é que entre os oito torcedores executados na “Pavilhão Nove”, o alvo principal era o corintiano Fábio Neves Domingos (que esteve preso em 2013 na cidade boliviana de Oruro acusado de matar um adolescente no jogo Corinthians e San José ao disparar um sinalizador na arquibancada). Fábio tinha condenação na Justiça por tráfico, e na quinta-feira 23 as investigações apontavam que ele (ex-presidente da torcida) estava envolvido com o crime organizado. Foi morto por dívidas com traficantes ou devido à disputa de locais de venda de drogas.
 

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