Comportamento

As 8 lições dos bilionários

Levantamento minucioso feito por brasileiro que acompanhou de perto a rotina dos ultra-ricos mostra quais os segredos para acumular bilhões na conta bancária

As 8 lições dos bilionários

Responda com sinceridade: se você tivesse US$ 1 bilhão em sua conta bancária, passaria o resto da vida de férias em uma praia paradisíaca? Se a sua resposta foi sim, lamento informar, mas você nunca será um bilionário. Pelo menos é isso o que garante o empresário brasileiro Ricardo Geromel, 27 anos, que acaba de lançar o livro “Bilionários” (Editora Leya). Na obra, o jovem escritor usa a experiência e a trajetória de vida dos homens mais ricos do mundo para enumerar as oito lições desses magnatas (leia quadro abaixo). “Dos atuais 1.645 bilionários do mundo, 90% trabalham 40 horas por semana ou mais e preferem acumular dinheiro a gastar”, diz, citando como exemplo o empresário americano Warren Buffett, 85, terceiro homem mais rico do mundo e que, apesar da fortuna de US$ 72,7 bilhões, vive de forma modesta.

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O próprio Geromel pode ser considerado um aprendiz de bilionário. Aos 24 anos, ele foi escolhido para ser um “caçador” dos ultra-ricos em uma publicação conhecida por realizar anualmente o ranking das pessoas mais abastadas do planeta. A partir dessa oportunidade, e dos encontros que teve com grandes empresários, como o brasileiro Abílio Diniz (“que é muito atencioso e faz com que você se sinta a pessoa mais importante da sala”, conta) Geromel pôde absorver esse manual de comportamento bilionário, e diz colocar em prática as oito lições diariamente. No final de 2014, o jovem comprou, junto com o sócio Ronaldo Fenômeno, o time de futebol “Fort Lauderdale Strikers”, dos Estados Unidos. Ele ressalva, porém, que praticar as regras de ouro dos ricos não é uma fórmula para se tornar um. “Mas posso garantir que quem as cumprir dará passos largos rumo à prosperidade”, diz.