Edição nº2603 14/11 Ver edições anteriores

Wagner na defesa em debate de Aécio e Campos

“Lula não tem nada que voltar”, diz o governador da Bahia Jaques Wagner

 

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O governador da Bahia, Jaques Wagner, disse que foi “culpa” de sua mulher, a primeira-dama Fátima Mendonça, a foto estampada na capa dos jornais na semana passada, em que aparece limpando o rosto da presidente Dilma.  “Vi que seu rosto ficou marcado com o abraço que deu numa índia que se formou e estava toda pintada. Tirei da bolsa o lencinho umidecido e pedi a Jaques para limpar a mancha”, contou ao seu lado a primeira dama baiana, sempre risonha, ao chegar à Ilha de Comandatuba.

Na manhã desta sexta-feira 2, coube de novo a Jaques Wagner, como anfitrião de seu Estado e único petista da mesa, limpar manchas lançadas sobre Dilma diante de 300 empresários. Era o debate entre os presidenciáveis Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) no Fórum empresarial do Lide (Grupo de Líderes Empresariais). Convidada, Dilma declinou do convite. O vice-presidente Michel Temer, confirmado entre os oradores na programação, também não foi.

Sob críticas de Aécio Neves e Eduardo Campos, alinhadíssimos, e a defesa deles pela experiência da gestão privada na administração pública, Jaques pediu a palavra. “Não vou aqui defender nem Lula nem Dilma. Na hora certa, eles o farão. Mas minha preocupação aqui é lembrar que ferramenta de gestão não tem ideologia. Aqui faço muitas parcerias público-privada. Não vamos vender ilusão”, protestou o governador baiano, ex-ministro do trabalho e das relações institucionais do governo Lula. “Não comprem a ilusão que é possível fazer gestão política como se faz gestão empresarial. Vamos parar de hipocrisia. No setor público, existe estabilidade e existe voto. A reforma tributária é necessaria, mas o maior problema brasileiro chama-se desigualdade social.”

A fidelidade ao ex-presidente Lula não tira de Wagner a defesa, sem jogo de palavras, ao direito à reeleição de Dilma. Mas ele também admite o “fogo amigo” dentro do PT, sob as vestes de “desejo amigo”. “Há quem considere o Lula melhor que qualquer outro candidato”, disse Wagner a IstoÉ.  “Mas não existe essa história de que se ele entrar na disputa, a eleição acabou.” Wagner sustenta que sempre acreditou no caminho da naturalidade. Na política e na vida. “A democracia não pode depender de um único ser humano. O natural, agora, é que a presidente Dilma busque a sua reeleição.” Wagner disse que já conversou com o ex-presidente sobre o assunto. “Eu estive com Lula e disse a ele para não ser candidato agora”, afirmou. Mas ele pediu a opinião? perguntamos. “Para continuarmos fortalecendo as instituições, em geral, e o nosso partido, em particular, é preciso oxigenação.”

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A seguir trechos da entrevista:

IstoÉ – Como vê o crescimento de Aécio Neves e as propostas dele (redução do ministério, fim da reeleição e mandato de cinco anos, projeto de reforma tributária em seis meses de governo, flexibilização da discussão da maioridade penal)?

Jaques Wagner – Aprendi com Henrique Meirelles (ex-presidente do Banco Central). Ele dizia: “Para o chuveiro chegar na ponta a água quente leva um tempo. Então não adianta ficar fazendo mandamento de regra que as coisas não funcionam assim.” Elas funcionam com outra ótica. Mas acho que ele (Aécio) tem o direito de prometer o que quiser. Se ele vai cumprir, primeiro ele precisa ganhar a eleição.

IstoÉ -Como avalia a queda de Dilma nas pesquisas?

Jaques Wagner – Não conheco nenhuma eleição que você consiga visualizá-la antes de julho,  particularmente antes do programa de televisão. Até o programa de televisão, tudo é especulação. É óbvio que ela (Dilma) caiu, mas isso não é estável. Cada pesquisa é a fotografia de um momento, eu sou o exemplo disso. Comecei minha campanha com 4% e o adversário com 74% e ganhei no primeiro turno. É óbvio, tem o episódio da Petrobrás, tem o episódio de não sei o que lá. Cada momento tem uma reação do eleitorado. Então tá zangado e vira as costas. Mas isso não quer dizer que ficará assim até lá.

IstoÉ -E a questão do ‘Volta Lula’?

Jaques Wagner – O estilo do Lula é um estilo de agregar. O estilo dela é um estilo diferente. É um estilo… mais gestor. E o Lula mais político. Apesar do que, assim como Lula aprendeu de gestão, óbvio que ela incorporou a política no dia-a-dia dela. ‘Volta Lula’ é assim: se pinta um candidato na pesquisa com 35% e outro que pinta com 50%, deputado estadual, federal, senador, governador está querendo o que? Um guarda-chuva maior da sua própria eleição. O pensamento é esse: opa, aqui vou ficar mais confortável. Até porque dizem: se for Lula, a eleição acabou.

IstoÉ – Mas concorda que existe uma sensação de ‘fogo amigo’?

Jaques Wagner – Não é fogo amigo. É desejo amigo.

IstoÉ -Como define o ‘desejo amigo’?

Jaques Wagner -As pessoas preferem ter um conforto maior. Como Lula aparece em qualquer pesquisa melhor do que qualquer outro político brasileiro, ele é campeão. Eu falo aqui, porque falo isso para ele. Uma democracia não pode ficar refém de um ser humano.

IstoÉ -E o que o senhor fala para ele?

Jaques Wagner – Que eu acho que ele não tem nada que voltar.

IstoÉ -Mas ele quer?

Jaques Wagner -Eu nem pergunto se ele quer. Eu falo antes dele falar. Mas nunca vi manifestação dele querendo. Justiça se faça. A pessoas ficam falando: volta Lula. Por isso que digo que a naturalidade na política é o melhor caminho sempre. E a naturalidade da política é a candidatura dela à reeleição. Segundo, não podemos construir a ideia, e repare que até os adversários do PT reclamam disso. Eu acredito em democracia como instituição forte. E portanto com oxigenação de alternância de pessoas.Não podemos ficar na idolatria. Sou amigo do Lula há 36 anos. Nem sempre o cara entra em campo e faz o jogo que os outros esperam. Não tem eleição ganha de véspera. Eu não acho que se o Lula entrar acabou a eleição. Isso é uma bobagem, gente.

IstoÉ – Por que é uma bobagem?

Jaques Wagner – Eleição é fundamentalmente paixão. Muito mais do que racionalidade. E a paixão escorrega em qualquer episódio e qualquer momento. Ninguém define uma eleição por uma conta matemática. É outra coisa que define a eleição. Não estou dizendo que eu tenha nada contra o Lula, mas eu sou pela naturalidade. Repare, Eu preferia que Dilma não tivesse caído nas pesquisas, mas eu sou suspeito: aqui (na Bahia) ela não caiu nenhum ponto. Subiu um na pesquisa que eu fiz. E ela aqui tem 75% dos votos válidos. 

 

Marina pediu para não discursar: "Não fui preconceituosa. Estava com muito frio"

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Marina Silva, vice na chapa do pré-candidato do PSB não discursou no Fórum de Comandatuba. Passava a impressão que não estava entusiasmada com o encontro. “Não fui preconceituosa com o debate. Estava com muito frio”, explicou no final. Respondeu a apenas uma pergunta, sobre meio ambiente. Criticou a situação de São Paulo, à beira do racionamento de água. Afirmou que o problema no Estado paulista é de ordem ambiental.

Às vésperas do debate, ela foi convidada a discursar, mas não quis. Considerou injusto que Aécio estivesse sozinho e que Eduardo Campos e ela formassem uma dupla de debatedores. Manteve-se discreta e concordou apenas em responder perguntas dirigidas a ela. Sua vinda teria sido decidida como um gesto elegante para acompanhar o presidenciável Eduardo Campos, sem ofuscá-lo ou constrangê-lo. “Marina compreende a sua posição como vice na chapa de Campos”, explicou o deputado Walter Feldmann, seu braço direito na campanha. “Ela não acha correto tomar a frente de Eduardo.”

Ao final do evento, Marina foi a primeira a ser procurada pelos jornalistas. Nessa hora, entrou no jogo. “Essa velha polarização PT e PSDB, eles são tão fortes e poderosos que já tem quase que o direito de ganhar”, disse. “Eu e o Eduardo só temos uma coisa: o dever de não nos omitir e apresentar uma outra alternativa. Mas tenho uma intuição: nessas eleições, o que dará a vitória não serão as velhas estruturas.”

Antes de se dirigir ao quarto do hotel para almoçar ("minha comida é diferente"), IstoÉ indagou como ela considerava que Eduardo convenceria o eleitorado de que sua candidatura e a de Aécio Neves não eram a mesma coisa. Discordou da impressão passada. “São programas muito diferentes. No programa do Aécio não está colocado claramente que ele vai manter as conquistas do president Lula. Nem o compromisso com a mudança para um modelo de desenvolvimento sustentável”, afirmou Marina. “No programa do Aécio não há as bandeiras que o programa de Eduardo está levantando, inclusive de aprofundar a democracia de melhorar a qualidade da política. É completamente diferente.”

E prosseguiu: 

“Obviamente, Eduardo e eu queremos o debate, não o embate. O embate não leva a nada. Nem com Aécio, nem com a Dilma e nem com ninguém. A crítica não pode ser um pugilato. Nós queremos discutir ideias e não pessoas.”

 Afagos e beijinhos

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No debate ‘carinhoso’ entre Aécio Neves e Eduardo Campos no Fórum de Comandatuba na Bahia,  houve quem dissesse que os oponentes da mesa foram Jaques Wagner e o economista Paulo Rabelo de Castro, presidente do Lide Economia. “Temos um ambiente de afago que não é produtivo ao debate. É nossa função nos opor já que os candidatos não se opõe”, criticou o economista. “O resumo de tudo o que eu trago no peito é tirar essa corda do pescoço.” Rabelo de Castro abriu o paletó e mostrou uma camiseta com a figura de uma forca na gola.

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Ao longo de mais de três horas de debate, o pré-candidato do PSDB ‘abraçou’ o pré-candidato Eduardo Campos (PSB).  Chegou a dizer que poderia construir em conjunto com o ex-governador de Pernambuco e Marina Silva um projeto para 2015. As propostas pareciam se complementar. O ex-governador de Pernambuco não polemizou com o “querido amigo”. Aécio, por sua vez, definiu: “Não consigo ver o Eduardo como adversário. Nós queremos a mesma coisa.” No debate, pareciam compor uma chapa só. Convergiam no ‘choque’ de gestão da máquina pública, fim da reeleição e mandato presidencial de 5 anos. Apenas, no tema reforma tributária Aécio prometia plano de simplificação em seis meses, enquanto Eduardo era mais comedido com o tempo real para alcançar o mesmo propósito.

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Bebê a bordo

Na noite anterior, quinta 1, por volta de meia noite, eles posaram juntos na chegada ao hotel Transamérica, na Ilha de Comandatuba, e conversaram animadamente. Aécio desembarcou sozinho. Eduardo Campos chegou acompanhado de sua mulher, Renata, e segurava num bebê conforto o filho Miguel, de três meses. Marina Silva os acompanhava. A pré-candidata a vice, o casal e o bebê foram para seus quarto rapidamente. Já eram quase duas da manhã e Aécio ainda estava no late happy hour dos convidados do Fórum. No dia seguinte, o seminário começou às 8h30.

No inicio da tarde de sexta, 2, após o debate, os pré-candidatos almoçaram na mesa de João Doria Jr, antes de deixar o evento. Eram só sorrisos e conversas. Renata Campos, mulher do ex-governador de Pernambuco, levou o bebê Miguel para o almoço. Marina se recolheu. Disse que precisar de alimentação diferente, Depois, tomou um avião para Ilheus, juntamente com Eduardo Campos e a família.

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Plateia prefere Aécio

Entre os empresários, o consenso foi de que Aécio foi melhor  no debate. Assim pensou gente como Edson Godoy Bueno, da Amil, Jorge Gerdau e Washington Cinel, do grupo Gocil.  Emerson Fitipaldi e o estilista Ricardo Almeida, que assistiram ao seminário, concordaram. Não que não tenham gostado de Eduardo Campos. Mas, segundo a maioria, Aécio teria se posicionado com mais clareza sobre as medidas e ações que pretende no seu eventual governo.

"Nunca me apaixonei por mulher”
Quem vê Tainá Müller em cena, na pele da fotógrafa Marina da novela “Em Família”, até leva um susto com o jeito incisivo da personagem homossexual para seduzir Giovanna Antonelli, no papel de Clara. Na vida real, Tainá garante: “Não sou ‘matadora’ como a Marina, não parto para cima. Ao contrário, posso parecer tímida num primeiro encontro. Sou sutil. A Marina é explícita”, conta. Com esse temperamento, e em época de beijos gay, Tainá torce para a cena acontecer. “Por que não? Ela é tão apaixonada pela alma feminina, que quer consumir fisicamente essas mulheres também”, empolga-se. “Como estou vivendo o papel intensamente, acho que o meu olhar está mais apurado. Só que eu nunca me apaixonei por uma mulher”, completa. A atriz posou para a revista “Top Magazine”, sob as lentes de Maurício Nahas.

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À la Grace Kelly
A blogueira Lala Rudge, fenômeno na moda com 545 mil seguidores no Instagram, tem levado vida de princesa. A ponto de ter seu vestido de noiva em exposição no Wedding Awards, evento da empresária Fernanda Suplicy em São Paulo. No mês das noivas, o modelo que Lala usou para trocar alianças com o empresário Luigi Cardoso em 2012 ficará exposto no Shopping Iguatemi, nos dias 15 a 28, no mesmo andar que a blogueira tem sua loja de lingerie, a La Rouge Belle. Criado por Sandro Barros, o vestido de Lala é inspirado em Grace Kelly e no modelo usado por sua avó Maricy Trussardi há mais de 50 anos. Tem camadas de organza e é bordado à mão.

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Bala
Larga desse supremo!

Enquanto fazia sua defesa à liberdade de expressão em seminário no Ibmec, no Rio, a ministra do STF, Carmen Lúcia, contou causos de sua terra. Nascida em Montes Claros, norte de Minas, ela mencionou que nas “Gerais” as pessoas são muito francas e já chegaram a lhe dizer: “Larga desse Supremo. Está muito magra”. A história arrancou risos, mas é só franqueza maldosa: a ministra está elegante.

Mais açaí do que tapioca?
Tinha aratu, biju e lasquinhas de tapioca. No jantar em torno do pré-candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos, na casa do empresário João Doria Jr, a vice da chapa, Marina Silva, pouco comeu. Beliscou arroz integral, aspargos e abobrinha. Mal tocou no palmito, que não digere bem. Na saída, Marina tentou explicar quem é quem no casamento da “tapioca” com o “açaí”. Assim definiu há um mês sua aliança com Campos: “O açaí é mais moreninho”, disse ela, apontando para si. O prato típico do Norte, porém, é uma tigela de creme de açaí salpicado de tapioca. Ou seja, há muito mais açaí do prato. “Mas eu quis dizer a sementinha do açaí”, desconversou. Marina não foi convidada a falar no púlpito, após Eduardo Campos. O governador Geraldo Alckmin, de olho na aliança com o PSB no Estado, falou e cobriu Campos e Marina de elogios. Aécio não foi mencionado em seu discurso.

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Um Itaú de diferença
No jantar, Campos e Marina ficaram separados em duas mesas paralelas. Foi inevitável a comparação com o jantar anterior,
de Aécio Neves, promovido por Doria há um mês. “Este tem um
Itaú de diferença”, brincou um convidado. Na mesa com o ex-governador de Pernambuco, estavam os banqueiros Roberto Setubal, do Itaú, e Luiz Carlos Trabuco, do Bradesco, além de Jorge Gerdau e Constantino Junior, da Gol. Setubal não estava no jantar para Aécio.

“‘Volta Lula’ é mais tática do que estratégia”
Ao deixar a mansão, por volta da meia-noite, o ex-governador de Pernambuco disse que não acredita no “Volta Lula”. “Mas saberemos em 60 dias se ele será candidato. Acho que isso é mais tática do que estratégia.” Por definição, tática vem do grego taktiké
ou téchne. Quer dizer arte de manobrar (tropas) como parte de uma estratégia. O tempo dirá.

(mais no site www.istoe.com.br)

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Luiza Brunet termina com Parisotto
Luiza Brunet terminou o relacionamento de dois anos com o empresário Lírio Parisotto. A musa brasileira, que faz 53 anos no dia 24 de maio, quer se dedicar ao trabalho e à família. O casal esteve no baile da amfAR, há cerca de um mês, acompanhado da filha de Luiza, Yasmin Brunet. Lírio e Luiza tinham viagem marcada para a Itália, em maio, e para a Croácia, em julho. Fariam um tour de barco. No fim de 2013, Lírio, investidor considerado um dos homens mais ricos do Brasil, comemorou seus 60 anos, com uma grande festa em São Paulo organizada por Luiza.

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Avril Lavigne e a Sabrina de calças
Na passagem pelo Brasil, a cantora canadense Avril Lavigne aprendeu a dançar a música “Beijinho no Ombro”, de Valesca Popozuda. Quem ensinou: o stylist Matheus Mazzafera, a nova Sabrina de calças do “Pânico na Band”. Avril quis aprender uma música brasileira. “Sugeri ‘Beijinho no Ombro’ e ensinei a dançar”, conta Matheus. O quadro vai ao ar no domingo 4. Durante a entrevista, Gisele Bündchen foi citada pela cantora como uma das mulheres mais bonitas do mundo. Matheus, que há três meses é repórter do programa, tem substituído a musa Japa no livre acesso às festas bacanas e às entrevistas internacionais. Paris Hilton, Candice Swanepoel e Irina Shayk, namorada de Cristiano Ronaldo, foram entrevistadas por ele. Herdeiro de família abastada em Minas Gerais, Matheus é queridinho das tops, entre elas Alessandra Ambrosio. Já trabalhou com Luciana Gimenez na Rede TV!. Com Sabrina, fez as primeiras participações no “Pânico”. Ainda
não foi contratado, mas, a julgar pelas divertidas entrevistas, não deve demorar. Na Record, ele tinha um salário na faixa de R$ 30 mil. “O povo me ama e a sociedade também”, comemora Matheus.

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