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Bolero e quebra-nozes

Primeiro bailarino do respeitadíssimo Royal Ballet de Londres, o cubano Carlos Acosta, 26 anos, diz que dançar não foi idéia dele

Primeiro bailarino do respeitadíssimo Royal Ballet de Londres, o cubano Carlos Acosta, 26 anos, diz que dançar não foi idéia dele. O pai, um caminhoneiro com 11 filhos para criar, simplesmente decidiu que o caçula haveria de ser bailarino e fez a matrícula do garoto na Escuela Nacional de Ballet de Cuba, em Havana. "Queria ser um esportista, jogar futebol ou beisebol", conta. Comparado a Rudolf Nureyev, ele já sonha com uma nova profissão: a de músico. Até o momento, já compôs salsa, boleros e algumas baladas que, no futuro, pretende gravar profissionalmente.