Tecnologia & Meio ambiente

Século 21

Século 21

A V E N T U R A
Atrás de um novo recorde

Entre 1996 e 1998, o milionário americano Steve Fossett tentou três vezes dar a volta ao mundo num balão em vôo solo sem escalas. A façanha foi finalmente conquistada em 20 de março pelo suíço Bertrand Piccard no balão Breitling Orbiter 3. Mas Fossett não desanimou. Sua próxima meta é participar de uma competição batizada de Regata do Milênio (www.therace.org), cuja largada será em 31 de dezembro de 2000. O vencedor será o primeiro a circunavegar o planeta numa travessia sem escalas. Para competir, o aventureiro armou na Nova Zelândia um supercatamarã de 105 pés (34,5 metros), o PlayStation, nome do console de videogames da Sony, que patrocina a equipe. Fossett gastou US$ 8 milhões no barco que ficou pronto em dezembro. Em março, já estabeleceu um novo recorde mundial para travessias a vela de 24 horas, tempo em que percorreu 580 milhas náuticas (1.074 quilômetros). Mas, em 23 de abril, o catamarã pegou fogo. O acidente, causado por baterias elétricas, destruiu o interior da embarcação e danificou um dos cascos, feitos de fibra de carbono. O milionário, que queria conduzir PlayStation (na foto acima, antes do incêndio) até Londres, agora precisa correr para reconstruí-lo a tempo de largar entre os outros 18 concorrentes.

T E C N O L O G I A
Canil virtual

A Sony abre em 1º de junho uma loja de animais na Internet – animais eletrônicos, é bem verdade. A multinacional japonesa planeja vender unidades do cachorro mecânico Aibo, nome extraído dos termos inteligência artificial e robô. O totó possui diversos chips, sensores e programas para simular o comportamento do melhor amigo do homem. O dono poderá inclusive treiná-lo a pegar um graveto. Cada exemplar custará US$ 2,5 mil, bem mais que um animal de carne e osso com pedigree. A Sony só vai vender o bicho via rede (em www.world.sony.com/robot). Espera desovar três mil unidades no Japão e duas mil nos EUA.

E S P A Ç O
Cargueiro robô

A Nasa mostrou na Califórnia seu mais novo rebento: o X-34, um cargueiro espacial não-tripulado e reutilizável com 17,5 metros do bico à calda. O X-34 custou US$ 85 milhões. A partir do segundo semestre, será submetido a 27 vôos de teste suborbitais. A nave decolará direto do ar, despregando-se da barriga de um jato para ascender até 80 quilômetros de altitude com cargas de até 220 quilos. O veículo pousará em seguida como se fosse um avião, podendo decolar novamente no dia seguinte.

 

Por Peter Moon

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