Em Cartaz

Milton Dacosta e Maria Leontina, um diálogo

(Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro)


Sempre exibidas separadamente, as mais de 100 obras do casal de pintores Milton Dacosta e Maria Leontina podem agora ser observadas lado a lado pela primeira vez. Nota-se que o "diálogo" travado entre eles, às vezes, se mostra bem afinado. A influência mútua está clara sobretudo no período construtivista (anos 50), e impressiona pelas semelhanças de cores e estilo. Mas também ficam evidentes as diferenças, muito claras no final da vida dos dois. Ambos começam figurativos na década de 40, embora com traços e estilos totalmente diversos. Como os cubistas, o fluminense Dacosta buscou o traço essencial, desenhado, enquanto a paulista Leontina tinha uma pincelada tremida, expressionista. Na década seguinte, o casal radicaliza sua opção pelo abstrato, com forte influência de Mondrian. Mas se Dacosta volta à figura humana, ainda que geométrica, como na Vênus de 1970, Leontina permanece fiel às linhas e formas indefinidas até o fim. (C.M.)
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