Medicina & Bem-estar

Viva Bem

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Vitamina para fumante
Tomar comprimidos de 1.000 miligramas de vitamina C por dia pode ser um bom investimento para os amantes do cigarro. Esse suplemento reduz a concentração de chumbo no sangue, que costuma ser alta em fumantes e, por isso, pode prejudicar o coração, o cérebro, o fígado e os rins. Segundo cientistas da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, que realizaram a pesquisa com 75 homens, a vitamina C impediria a absorção do metal pelo intestino.

 

Fé contra a pressão alta
Estudo da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, prova que religião faz bem para a saúde. Os pesquisadores acompanharam um grupo de idosos que vai à igreja uma vez por semana e reza ou lê a Bíblia pelo menos uma vez por dia. A surpresa foi que, entre os fiéis, a incidência de hipertensão é 40% menor do que entre grupos da mesma idade, mas sem a mesma fé.

 

Medicina na tevê
Programas de televisão que envolvem casos médicos exercem grande influência sobre os telespectadores, comprovaram estudos do Warnerford Hospital, na Inglaterra. Os pesquisadores acompanharam as reações dos telespectadores durante um programa da BBC em que um dos personagens tomava uma overdose do analgésico paracetamol. Os resultados mostraram que embora a consciência dos efeitos do paracetamol tenha aumentado, o número de tentativas de overdose cresceu cerca de 17%.

 

Reforço para a memória
Mulheres que fazem reposição hormonal na menopausa mantêm a memória por mais tempo, revela estudo da Universidade de Yale, nos Estados Unidos. Após acompanharem 46 mulheres que tomaram estrógeno (hormônio feminino) ou placebo (substância inativa) por 21 dias, os pesquisadores observaram que, entre as que haviam tomado o hormônio, o padrão da atividade cerebral, detectado por meio de ressonância magnética, se assemelhou ao das mulheres jovens.

 

Medo sob controle
O modo como se encara um sintoma pode revelar quem está mais propenso a ter um ataque de pânico. Pesquisadores da Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, mostraram que as pessoas que sentem medo por apresentar taquicardia e respiração curta – respostas normais do stress – têm três vezes mais chances de sofrer um ataque de pânico. Dar menos importância a esses sintomas, portanto, ajuda a controlar a ansiedade.

 

Por Carla Gullo e Kátia Stringueto

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