Gente

Tem japonesa no samba

Com uma ginga para mulata nenhuma botar defeito, a madrinha da bateria da escola paulistana Leandro de Itaquera, a nissei Yuri Sato, estava radiante na avenida.

Com uma ginga para mulata nenhuma botar defeito, a madrinha da bateria da escola paulistana Leandro de Itaquera, a nissei Yuri Sato, estava radiante na avenida. Durante quatro anos ela viajou o mundo divulgando os sons brasileiros. Hoje, radicada no interior do Estado, fez questão de viajar até a capital para garantir o ritmo dos pandeiros e tamborins.