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Capital Aberto

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O expurgo da Volks
A mobilização de donos de algumas concessionárias Volkswagen poderá estragar o brilho da festa de inauguração, nesta segunda-feira 18, da nova fábrica da Volks/Audi em São José dos Pinhais. No mesmo dia, mais de 40 empresários, incluindo proprietários de ex-revendas, vão organizar um protesto contra a política adotada pela fábrica com seus distribuidores. Eles reclamam que a montadora tem realizado práticas desleais no relacionamento com as concessionárias. "A Volks tem um claro interesse em reduzir sua rede de vendas, mas não quer pagar a indenização", queixa-se Fábio Cargnelutti, um ex-revendedor em Uruguaiana. Ele entrou com uma ação na Justiça gaúcha para exigir uma indenização de R$ 1 milhão. Na sua defesa, aponta uma série de práticas imposta pela montadora que asfixiou seu negócio, como a venda de carros a preço de custo ou o recebimento de cotas acima do pedido. A Assobrav, que reúne as revendas da marca, não reconhece o movimento. "Eles não têm representatividade", diz seu presidente, Paulo Simões. Para a Volks, o problema é limitado a poucas revendas. Mas o que de fato está acontecendo é um processo de encolhimento da rede. Das 740 revendas antes existentes, cerca de 650 estão em atividade.
ANDRÉ VIEIRA

 

Rei da sucata
Na batalha para aprovar o programa de renovação da frota de carros, o presidente da Anfavea, José Carlos Pinheiro Neto, já conseguiu do grupo Gerdau a garantia de que compra cada tonelada de sucata por R$ 60. O custo de reciclagem por veículo das montadoras giraria em torno de R$ 350. A diferença seria compensada com o aumento das vendas dos carros novos.

 

Clientes 24 horas
Como previu o falecido ministro das Comunicações Sérgio Motta, celular vai ser vendido até em posto de gasolina. A Telefônica e a loja Cronus instalaram o primeiro quiosque em uma loja de conveniência da Ipiranga, na Barra da Tijuca, no Rio. "O quiosque vai ter todos os serviços de uma loja e venderá também pagers", conta um dos sócios da Cronus, Marcelo Badaró. Avaliado o resultado desse primeiro teste, os parceiros devem assinar um contrato definitivo para abrir 100 quiosques em seis meses, também no Rio Grande do Sul, São Paulo, Bahia, Espírito Santo e Sergipe.

 

Para chiquititos
A italiana Chicco, empresa de produtos infantis que faturou mais de US$ 1 bilhão em 1998, vai de vento em popa no Brasil. Este ano, promete investir R$ 7 milhões para abrir três lojas Tutto Chicco no País – hoje são cinco –, instalar 200 "corners" dentro de importantes lojas multimarcas, aumentar a importação de vestuário para crianças e gestantes e incrementar o marketing.

  B Ô N U S
DISFARCE Os industriais paulistas driblaram os assaltantes de cargas de caminhões. As ocorrências aumentaram 24,7% sobre 1997, mas o prejuízo só 3%. Isto porque cargas valiosas foram distribuídas em vários veículos.

 

CONFIANÇA A alemã Varta, dona da Rayovac, vai transformar a fábrica de Jaboatão, no Grande Recife, em uma das suas principais unidades de produção de pilhas do mundo. A meta é inclusive exportar.

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