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Entrevista

Robério de Ogum

Um ano de mudanças

Um ano de mudanças

O ministro da Fazenda, Pedro Malan, perderá o cargo e surgirá um forte partido de centro-esquerda. São previsões de Robério de Ogum para 1999

EDUARDO MARINI
Edição 06/01/1999 - nº 1527

Robério Bavelone previu, entre outras coisas, a morte do presidente Tancredo Neves, a eleição de outro presidente, Jânio Quadros, para a Prefeitura de São Paulo e a guerra santa entre católicos e evangélicos da Igreja Universal após o chute da santa, em 1985. A maioria das pessoas conhece Robério Bavelone por Robério de Ogum, um dos mais procurados médiuns do País. Na semana passada, "após uma noite de meditação junto ao senhor Ogum", ele recebeu a reportagem de ISTOÉ em seu escritório, em São Paulo, para quase duas horas de conversa a respeito do que o ano de 1999 nos reserva. As previsões são, no mínimo, polêmicas. Acompanhe a entrevista:

ISTOÉ – O ano de 1999, em termos políticos, será muito complicado?
Robério de Ogum

Estou bastante preocupado. O senhor Ogum e as entidades me dizem que o senador Antônio Carlos Magalhães (PFL) será reeleito para a presidência do Senado em fevereiro próximo. O presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB), ainda poderá sucumbir às pressões e desistir de uma nova disputa, mas eu vejo a reeleição de ACM como certa, apesar da resistência de boa parte do PSDB. Se me permitem abrir parênteses para falar como cidadão, acho que a reeleição de ACM não será boa para o País. Eu, Robério Alexandre Bavelone, acho que a fome de poder do senador faz mal à maioria dos brasileiros.
 

ISTOÉ – E como ficará o presidente Fernando Henrique Cardoso?
Robério de Ogum

O ano de 1999 será, para o presidente, um ano ainda mais difícil do que ele imagina. Além da crise econômica que castiga o País – e também o mundo –, FHC vai enfrentar o verdadeiro cabo de força em que se transformará a disputa por poder no novo governo. A aliança com o PFL aparentemente estabiliza o presidente. O que ocorre é que Fernando Henrique se sente muito ameaçado com a força de ACM e a eterna disposição do senador baiano de conseguir espaço e cargos no governo. O próximo ano será marcado pelo início de uma briga feia, em que o PFL de ACM conquistará parte do espaço que seria dedicado aos outros partidos. Por isso, o presidente precisará ter novamente a seu lado um homem forte, de sua confiança e com imagem vinculada ao PSDB, para servir de contraponto à fúria pefelista. Afinal, ele perdeu o ministro Sérgio Motta e, depois, o ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros. O presidente precisa encontrar – e eu vejo que irá encontrar até o próximo mês de março – um novo ponto de apoio neste governo em que cada foco de apoio se preocupa, antes de tudo, em puxar a brasa para a sua sardinha. Um interlocutor. Algo me diz que Luiz Carlos voltará ao governo ainda em 1999.
 

ISTOÉ – Para ser ministro?
Robério de Ogum

Para ter cargo importante e influência junto ao presidente. As entidades me avisam ainda que o ministro da Fazenda, Pedro Malan, não emplaca o ano 2000 no governo.
 

ISTOÉ – Mas ele acabou de ser confirmado para o segundo mandato.
Robério de Ogum

Pois é… Mas vejo que ele não termina o próximo ano no cargo.
 

ISTOÉ – Haverá outra novidade importante nos cenários político e econômico?
Robério de Ogum

Surgirá no País, em 1999, um novo partido de centro-esquerda, forte e coeso. O presidente Fernando Henrique poderá não aderir à nova legenda no primeiro momento, mas certamente estará ligado a ela antes do final do seu segundo mandato presidencial. Escreva isso: o presidente Fernando Henrique entrará neste novo partido antes do final de seu governo. A nova legenda receberá 80% do atual PSDB e gente de todas as nuances da esquerda, do PT ao PPS, passando pelo PSB. Será um partido de grandes líderes políticos, grandes lideranças.
 

ISTOÉ – Revele o nome de pelo menos três destas grandes lideranças.
Robério de Ogum

Você quer três? Pois bem, vamos lá: o governador de São Paulo, Mário Covas, será um dos grandes pilares. A deputada eleita Luiza Erundina (PSB-SP), o governador reeleito do Paraná, Jaime Lerner (PFL), e o governador Miguel Arraes (PSB) também estarão no novo partido.
 

ISTOÉ – O sr. revelou quatro. Não acha que está sendo muito preciso? Isso vai acontecer de verdade?
Robério de Ogum

Vocês disseram que viriam aqui para ouvir algumas das minhas previsões para 1999. Consultei as entidades e elas me passaram isso. O que posso fazer? Estou sendo fiel ao que as entidades me revelaram.
 

ISTOÉ – Desemprego crescente, crise, ameaça de recessão. Os brasileiros sofrerão muito em 1999?
Robério de Ogum

Sinto dizer que sim. Infelizmente, neste ponto, o que as entidades me passam não é muito diferente das especulações dos economistas. Teremos um ano dividido em dois estágios. No primeiro trimestre, iremos passar por dificuldades terríveis. Os Estados, o governo federal terão capacidade quase nula de investir em ações sociais, e os empresários estarão com a corda no pescoço. O desemprego vai aumentar durante todo o primeiro semestre. Não vejo violência nas ruas, mas a primeira metade do ano será realmente bastante difícil. A partir do segundo semestre, as coisas começarão a melhorar muito lentamente.
 

ISTOÉ – O petista Luiz Inácio Lula da Silva também estará neste novo partido?
Robério de Ogum

Ainda não enxerguei isso.
 

ISTOÉ – Há informações de que o sr., baseado em sua espiritualidade, deu conselhos e opiniões para assessores importantes da campanha vitoriosa do governador de São Paulo, Mário Covas, que, no final do ano, teve uma notícia boa (a reeleição) e outra ruim (o câncer). O que o ano de 1999 reserva para Covas e seu governo?
Robério de Ogum

Quando você olha espiritualmente para o doutor Mário Covas, você enxerga um homem que veio para a Terra vencer as dificuldades com uma força extraordinária. Ele é um homem bastante protegido, regido espiritualmente por Xangô, que é o santo da Justiça, uma entidade madura, sábia, que prega o equilíbrio. Covas tem sobre os ombros a árdua missão de vencer um imenso cardápio de dificuldades. Há fortes indícios de que ele será o sucessor de Fernando Henrique Cardoso. Ele começou o primeiro governo em dificuldade e terminou bem o mandato. Agora, começa uma nova etapa com dificuldades de saúde, mas estará de novo entre nós muito mais rápido do que você imagina. Tenho convicção de que ele irá se recuperar e voltar a trabalhar em breve. Nem o próprio doutor Mário Covas conhece a força que forma o seu caminho. As entidades me dizem que ele será o novo presidente da República e só Deus poderá interromper isso.
 

ISTOÉ – Interromper como?
Robério de Ogum

 Isso as entidades não me revelariam jamais, até porque, agora, elas me dizem que ele está no caminho de se tornar o próximo presidente da República.
 

ISTOÉ – O sr. acompanhou a última campanha de Mário Covas?
Robério de Ogum

Um ano e meio antes da eleição, cheguei a comentar com algumas pessoas, inclusive assessores do doutor Mário Covas, que via uma disputa entre ele e Marta Suplicy para o governo de São Paulo. Não sabia em que termos ela se daria, mas enxergava isso. Ela acabou ocorrendo no primeiro turno e, depois, ele passou fácil por Maluf, com quase dois milhões de votos de vantagem.
 

ISTOÉ – Luiz Inácio Lula da Silva será feliz em 1999?
Robério de Ogum

 Lula terá um ano fantástico em termos políticos. Será ouvido pelo Planalto, suas opiniões terão eco nos governos estaduais. Mas ele precisará ter cuidado especial com a saúde.
 

ISTOÉ – O PT terá cargos no governo federal? .
Robério de Ogum

 Ele irá participar do governo em muitos Estados. Acho que o PT aceitará secretarias no governo Mário Covas

ISTOÉ – E Paulo Maluf, o que fará?
Robério de Ogum

O ano não será bom para o líder do PPB. Vai ser um ano muito, mas muito difícil para ele em termos de saúde. O doutor Paulo terá que arrumar tempo para descansar, cuidar do próprio corpo. Politicamente, também não terá um ano bom. Seus espaços serão limitados. Lembre-se do que te falei: a onda de centro-esquerda será muito forte. Haverá uma considerável renovação política.
 

ISTOÉ – Ele voltará a ser governador de São Paulo?
Robério de Ogum

Não posso afirmar que sua carreira está definitivamente enterrada em São Paulo, mas uma coisa eu te garanto: ele não será o sucessor de Mário Covas.
 

ISTOÉ – E quem será, então? Marta Suplicy?
Robério de Ogum

Ainda não vi nada a respeito disso, mas esses dois nomes não me surgem como os prováveis sucessores do doutor Mário Covas.
 

ISTOÉ – Como será o próximo ano para o técnico da Seleção Brasileira, Wanderley Luxemburgo?
Robério de Ogum

Existem chances fortíssimas de que Wanderley, regido por Ogum, deixe a Seleção em 1999 ou no início do ano 2000. Somos amigos há dez anos. Nesse período, traçamos um plano de trabalho: ser campeão paulista no Bragantino, tirar o Palmeiras da fila e ir para a Seleção Brasileira. Viajávamos juntos, fazíamos planos. No ano passado, deixei de cuidar do Wanderley porque ele estava muito bem, pronto, fortalecido espiritualmente. É um grande guerreiro e nossa amizade permanece firme. O ano de 1999 será marcado por muita guerra para ele. Meu amigo passará por muitas dificuldades. Pessoas da própria Confederação Brasileira de Desportos (CBF) tentarão derrubá-lo e vejo que elas terão chance de conseguir este objetivo. O Wanderley tem talento e disposição para fazer uma grande renovação na Seleção. Se você quiser vencer e trabalhar, convive com muita facilidade com ele. Ele ganha porque não tem medo de perder. É famoso, competente e, talvez, ocupe o cargo técnico mais importante do mundo do futebol. Ele comprará algumas brigas em benefício da Seleção e, infelizmente, estou vendo que ele pagará caro por isso.
 

ISTOÉ – Mas a Seleção terá bons resultados?
Robério de Ogum

Em campo, será vencedora, mas as entidades me dizem que terá problemas sérios. Wanderley é um sujeito 100% profissional. Se alguém tentar colocar pedra neste caminho, ele é capaz de entregar tudo pelas suas convicções. Ele tem o mesmo lado briguento da personalidade de Ogum. Quer as coisas certas. Sinceramente, as nuvens para ele estarão pesadíssimas em 1999.
 

ISTOÉ – O presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, termina seu mandato?
Robério de Ogum

Ele está levando sustos, está espiritualmente desprotegido, ainda sofrerá muito, mas acho que levará a coisa até o fim.
 

ISTOÉ – Há alguma outra previsão importante?
Robério de Ogum

Olha, rapaz…
 

ISTOÉ – Algo mais simples.
Robério de Ogum

O senhor Ogum tem me revelado que surgirá, no Brasil, um novo homem forte na área de mídia e comunicações que, por sua vez, já foi sócio de um outro tubarão desta área.
 

ISTOÉ – Não há nada mais exato?
Robério de Ogum

Não, pelo menos por enquanto.
 

ISTOÉ – Vamos lembrar previsões que o sr. acertou e também alguns tiros n’água.
Robério de Ogum

A própria ISTOÉ registrou um episódio interessante. Nos primeiros dias de outubro de 1995, vocês publicaram uma reportagem em que eu dizia que haveria uma pequena guerra santa no País, um conflito religioso com chance de terminar em discussões e agressões nas ruas. Pois bem: poucos dias depois, no 12 de outubro daquele mesmo ano, dia de Nossa Senhora Aparecida, um pastor da Igreja Universal do Reino de Deus chutou a santa ao vivo, na Rede Record, e o resto da história todo mundo conhece. Foi uma confusão que durou semanas. Na edição de 28 de dezembro de 1984 do jornal Notícias Populares, fiz um alerta com essas palavras: "Um líder de renome na política – eu diria o mais importante da atualidade – virá a falecer. Por outro lado, Paulo Maluf, filho de Ogum, aceitará a vitória com tranquilidade." O líder era o doutor Tancredo Neves e o mesmo jornal voltou ao assunto no dia 23 de abril de 1985, dois dias após a morte do saudoso Tancredo. (Robério de Ogum, na ocasião, ou seja, 28 de dezembro de 1984, revelou ao repórter que o líder político era Tancredo Neves, mas pediu que seu nome não fosse mencionado.) Tenho aqui também uma fita de vídeo que pode ser interessante. (Robério chama a reportagem de ISTOÉ para uma outra sala e mostra um programa esportivo realizado uma semana antes da partida final entre Corinthians e Palmeiras, na decisão do Campeonato Paulista de 1993. O Palmeiras havia perdido o primeiro jogo. Desafiado pelo repórter Olivério Júnior, o médium mandou anotar: "Será três a zero para o Palmeiras no tempo normal, um a zero na prorrogação e pelo menos três jogadores serão expulsos. O resultado final saiu de acordo com o previsto: Palmeiras três a zero no tempo normal, Palmeiras um a zero na prorrogação e os corintianos Ronaldo, Henrique e Ezequiel expulsos de campo). Previ dezenas de outras coisas importantes, como a eleição do doutor Jânio Quadros para a Prefeitura de São Paulo, mas errei um pouco também. Na mesma ISTOÉ, por exemplo, digo que o campeão brasileiro será um time mineiro ou gaúcho, e o título foi para o Botafogo, do Rio. Quem erra sempre sou eu, e nunca o senhor Ogum. Eu é que não consigo definir algumas mensagens com clareza.
 

ISTOÉ – O sr. tentou ser seminarista na juventude. O que vai acontecer com o padre Marcelo Rossi?
Robério de Ogum

Tenho muita simpatia pelo padre Marcelo. Ele é uma pedra preciosa, mas ainda está imaturo. Tenho medo de o Vaticano tentar transferi-lo de São Paulo e algo me diz que isto está prestes a acontecer. Parece-me um rapaz honesto, com boas intenções. Uma pessoa com esse carisma só pode ser iluminada por Deus, espiritualmente rica. Não sinto cheiro de enganação no padre Marcelo, individualmente. É uma sensação de alegria, carinho, confiança, completamente diferente da que sinto, por exemplo, em relação ao pastor Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus. O problema é que ele está sendo mal assessorado. Levar Deus, a maior instituição do universo, para as multidões é um trabalho difícil. Acho que as pessoas que trabalham com ele deveriam fazer algum movimento no sentido de evitar esta exposição quase onipresente na mídia. Em 1999, padre Marcelo continuará levando sua mensagem, atraindo fiéis para a Igreja Católica, um movimento positivo e importante. Conseguirá manter muitos seguidores, mas acho que esse massacre nos meios de comunicação diminuirá bastante. Ele precisa tomar essa atitude. Pessoalmente, vou continuar rezando bastante por ele.
 

ISTOÉ – O sr. se referiu ao pastor Edir Macedo…
Robério de Ogum

 Esse senhor vive humilhando os católicos e também os seguidores de minha religião, o espiritismo, em seus programas. Seus pastores fazem uma coisa imoral ao dizer que aquelas pessoas estão com o Exu no corpo. Isso é indecente. Para você falar de Deus, você deve ter luz própria e este sujeito não tem. Quando o senhor Edir Macedo foi preso, me pediram para visitá-lo. Na época, a minha religião, a Federeção Umbandista de Diadema, se não me engano, estava processando-o. Ele me estendeu a mão, humilde, acanhado, e disse: "Robério, me desculpe. Os pastores estão metendo o pau na sua religião, mas isso vai acabar." Eu acreditei nele, mas tudo continuou como antes. O nome disso é falsidade. Amo os evangélicos, mas tenho pena dos que não sabem escolher o seu pastor.
 

ISTOÉ – Vamos falar sobre o ano de 1999 para algumas personalidades. Comece pelo craque Ronaldinho.
Robério de Ogum

Ele está inseguro e sem paz de espírito. Será um ano difícil, com poucos gols e crises afetivas.
 

ISTOÉ – A modelo Suzana Alves, a Tiazinha.
Robério de Ogum

Terá um ano bom. Vai crescer em termos financeiros e poderá mudar de emprego.
 

ISTOÉ – Ratinho e outras personagens da tevê popular.
Robério de Ogum

Para o Ratinho, ainda será muito positivo. Ele tem boa proteção espiritual, é regido por Oxossi, ou São Sebastião. Quanto aos outros programas populares, não vejo um futuro longo.
 

ISTOÉ – Os católicos terão o papa João Paulo II no ano 2000?
Robério de Ogum

Não vejo nada a esse respeito. Não dá para afirmar nada, mas o papa voltará a ter problemas de saúde em 1999.
 

ISTOÉ – Por que o campo das previsões atrai tanta gente desonesta?
Robério de Ogum

A religião e a espiritualidade podem ser um caminho muito rápido para a fama e o dinheiro fácil. Por isso há tantos charlatões. O Robério Alexandre Bavelone, 44 anos, paulista de Itápolis, casado, um filho, é um cidadão como outro qualquer. Sou produtor rural e agroindustrial. Em minhas duas propriedades rurais, tenho 120 funcionários. Produzo iogurte, queijos variados, doces e tenho 1,2 mil cabeças de gado. Comecei com um sítio muito pequeno, no interior de São Paulo, e trabalhei como qualquer pessoa decidida. A espiritualidade me ajudou da mesma maneira que a fé ajuda um católico ou um protestante a vencer na vida com o seu sacrifício. Não ganhei nada de ninguém por vias tortas. Tenho uma marca de derivados do leite que alcançou um espaço razoável no Estado de São Paulo. Trabalho muito e, graças ao bom Deus, tenho uma vida confortável ao lado do meu filho, Robério Júnior, e de minha mulher, Veleda Vital, que, por sinal, é protestante. Penso que o religioso deve ter outra atividade transparente, legalmente constituída, controlada pela fiscalização, para não precisar viver da religião. No dia em que eu abrir meu templo e encontrar com milhares de pessoas, vou precisar ganhar o meu sustento. Precisarei estar totalmente desprovido de todos os bens materiais. Lidero uma família. Quem teve essa grandeza foi São Francisco de Assis. Mas o mundo é outro e eu não a tenho. Passo o sufoco que todo empresário passa e atendo às pessoas quando sobra tempo, no momento em que já ganhei o meu dia.
 

ISTOÉ – Como será o 1999 de Robério de Ogum?
Robério de Ogum

O Robério de Ogum viverá bem. Mas o Robério Alexandre Bavelone passará uma série de apertos para pagar seus funcionários. Nem quero pensar nisso agora…
 

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