Brasil

Arte de ISTOÉ ganha o Esso

Revista lidera ranking das indicações nos últimos anos

 

Pelo segundo ano consecutivo, ISTOÉ foi a única revista semanal a receber o Prêmio Esso, o de maior prestígio na imprensa brasileira. O Prêmio Esso de Criação Gráfica em Revista foi concedido ao editor de Arte João Carlos Alvarenga Freire, o Joca, pelo trabalho “Um cadáver político”. Sobrepondo num fundo negro uma fotografia de Celso Pitta, o editor ilustrou a reportagem, publicada na edição de 24 de março de 1999, sobre os momentos difíceis do prefeito de São Paulo. A revista teve ainda mais dois trabalhos finalistas entre os 1.021 inscritos. De 1994 até hoje, ISTOÉ teve 12 indicações para o prêmio, liderando o ranking das revistas.

Na categoria Regional Sudeste, Mário Simas Filho chegou à final com a série “A indústria da adoção”, iniciada em novembro de 1998, sobre o envolvimento do juiz Luís Beethoven na facilitação de adoções internacionais. Com o trabalho intitulado “Caro Chico”, o chefe da Sucursal de ISTOÉ no Rio, Daniel Stycer, foi um dos três finalistas do Prêmio Esso de Informação Econômica. A reportagem, publicada em 21 de abril deste ano, estampou um bilhete do banqueiro Salvatore Cacciola, do Banco Marka, para o ex-presidente do Banco Central Francisco Lopes, principal prova da suspeita ligação entre os dois.

No ano passado, ISTOÉ também foi a única publicação semanal premiada, e duplamente. Daniel Stycer e Eduardo Marini ganharam o Prêmio Esso de Informação Científica com a reportagem “Reaprendendo a viver”, sobre os avanços com o coquetel anti-Aids. Na categoria Informação Econômica, venceu o trabalho “A conta do Proer”, do repórter Ronaldo Braziliense.

O Prêmio Esso de Jornalismo deste ano ficou com a Folha de S.Paulo, pelo trabalho “Caso PC: uma investigação sobre as mortes de Paulo César Farias e Suzana Marcolino”. Ao receber o prêmio, o repórter Mário Magalhães fez uma homenagem a Mário Simas Filho e Mino Pedrosa, de ISTOÉ, pelas investigações sistemáticas que contribuíram para desmontar a farsa da tese de que Suzana teria cometido suicídio depois de matar o ex-tesoureiro de Collor de Mello.

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