Edição nº2598 11/10 Ver edições anteriores

A dieta de Ronaldo

Ex-jogador Ronaldo almoça em restaurante paulistano sem cair em tentação

Ronaldo almoça no Rodeio do shopping Iguatemi sem sair da dieta

Estrela do quadro “Medida Certa” no Fantástico, Ronaldo tem seguido rigorosamente a dieta e já está visivelmente mais magro. Na tarde dessa segunda-feira 29, o Fenômeno foi almoçar no Rodeio tradicional restaurante de carnes de São Paulo e ponto de encontro dos bacanas, no Shopping Iguatemi, em são Paulo. Ao invés dos mais pedidos pratos de picanha fatiada e arroz biro-biro (com batata palha, ovos e bacon), o ex-jogador almoçou frango grelhado com palmito pupunha. Tudo para não sair da dieta.

 

Sarkozy: "A esquerda brasileira é a minha direita"

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Um breve suspense sugeria a entrada de um popstar quando Nicolas Sarkozy foi chamado ao palco por André Esteves, presidente do banco BTG Pactual. De barba por fazer, charmoso e sorridente, o ex-presidente da França começou falando dos laços que o une ao Brasil. “O pai da Carla (Bruni) mora em São Paulo e a irmã dela nasceu aqui.” De imediato, seduziu a plateia de empresários no auditório do Hotel Unique, em São Paulo. Abilio Diniz, Lírio Parisotto e Luiza Brunet, Alexandre Grandene, Henrique Constantino, da Gol, estavam na fechadíssima palestra “A Europa e suas Perspectivas”. Esta coluna também estava lá e assistiu a tudo com exclusividade. Ao final do encontro, Sarkozy, que antes havia se encontrado com Lula e Dilma, foi jantar na casa de Esteves. “Vou abrir 
o vinho que você me deu”, avisou o banqueiro a Lírio Parisotto, ainda no Unique. O Romanee Conti Montrachet 1996 foi presente do empresário a Esteves. A seguir, alguns trechos da palestra:

“O Brasil é um sucesso no mundo. Eu me entendi com o presidente Lula. (…) Quando vejo o mapa político do Brasil, todo mundo está à esquerda.. Mas uma esquerda assim é a minha direita. Então eu estou à esquerda. Pelo menos à esquerda brasileira”

“São Paulo para mim é familiar. Parte da minha família mora aqui. O pai da Carla mora em São Paulo e a irmã da Carla nasceu aqui”

“Estou feliz de inaugurar meu novo trabalho. Sou muito reconhecido por meu novo empregador (André Esteves). Ele me faz descobrir o mundo”

“A Europa vai passar dois anos difíceis. (…) Mas é indestrutível. Não saímos da crise. É uma crise de liderança e a doença do consenso. O mundo impõe que se tomem decisões rápidas. Tem que ser por maioria e não por unanimidade”

“ França e Alemanha, dois povos que se detestam, que mais se enfrentaram e guerrearam, decidiram: vamos fazer a Europa na amizade. Isso não é simples. É um passaporte para tudo que viveram nossos avós e bisavós”

“Angela (Merkel) e eu não podíamos ser mais diferentes. Ela é totalmente do leste, e eu do oeste. Ela é calma e eu apressado. Nós éramos chamados de Merkozy. Isso me causou problemas terríveis com a Carla. Mas ela pensou bem e… no fim das contas, não é um problema”

“Olha o que a crise fez de mim, trabalhando no BTG Pactual e com a barba por fazer”

“A Grécia tem nove milhões de habitantes, berço da democracia. Não é um país distante no continente africano. É um país da zona do euro. Imaginem se eu e a sra. Merkel tivéssemos abandonado a Grécia! Teria sido absolutamente irresponsável para nós e para o mundo”

“Tarde demais (para os eleitores franceses, que não o reelegeram). É melhor que eles tenham saudade. Mas tiveram com dez dias de atraso” 

"Eu não gostaria de ler um discurso. Se estão me contratando, não é para saber o que pensam meus colaboradores. Quando fui presidente, não lia os discursos. Agora, vou ler ainda menos"

"O Brasil é um sucesso excepcional no mundo. O Brasil não é o futuro do mundo. O Brasil já é um grande do mundo. E não há como ser grande desse mundo sem assumir nas costas as responsabilidades do mundo.”

"Hoje em dia, o que o Brasil tem que fazer e não só sonhar. E uma questão fundamental são as suas alianças. Um parceiro tem que ser suficiente poderoso para não ser esmagado. O bom amigo é o que interessa. Se for pequeno demais, não interessa. Se for grande demais, é preciso ter cuidado. Não estou pensando nos Estados Unidos, não estou pensando na China, mas será que esse amigo não pode ser a França? A França talvez seja um dos parceiros privilegiados.”

"A Europa também me preocupa. E não se pode saber disso se não forem europeus. Não há lugar no mundo onde mais lutamos uns contra os outros. Não foi na Africa, não foi na Asia ou na América Latina. Foi na Europa. E não foi na Idade Média, foi no século 20. 500 milhões de europeus sabem disso. Os massacres, milhões de mortos, a Primeira Guerra Mundial, a Segunda Guerra Mundial. O genocídio não foi absoluto para que não nos matemos mais."

"No coração dos europeus é assim: ou a Europa ou a Guerra. Ou convergem ou divergem. O homem é tão melhor no século 20, quem levanta a mão para dizer isso?"

“O problema do mundo se concentra nisso. Na liderança. O Brasil tem um papel a desempenhar. Por isso o Brasil desempenha um papel a importante. Eu me entendi com o presidente Lula."

"Há 60 anos, havia um certo número de países que achava que estava na primeira divisão para sempre. Inglaterra, França, Estados Unidos, Itália.. Assim os países captaram o essencial do crescimento mundial e construíram sistemas sociais que não existem em nenhuma parte do mundo. Sistemas de seguro desemprego, seguro saúde… Mas gigantes acordaram como Índia, China Brasil, entre outros. ‘Temos uma população pobre, queremos enriquecer’. Aí se encontraram com um efeito tesoura – numero de desempregados, fazemos dívida e déficit."

"Os visionários que sonharam com a moeda única e o resto vamos fazer. Com a mesma moeda, é preciso convergir. Eu fui um daqueles que não quiseram desistir ou abandonar a Grécia."

"Quando teve o caso do Lehmans Brothers, o secretario (do tesouro americano Henry) Paulson disse: Nós, os Estados Unidos, não vamos, subvencionar os maus banqueiros, os patos mancos. Foi nesse momento que a crise de confiança insinuou-se em todos os países do mundo. O sr. Paulson rompeu com o que tem de mais importante em um banco, que é a confiança. No meio das más decisões econômicas, eu daria o primeiro prêmio ao sr. Paulson. Não fosse isso, não teríamos conhecido esse inferno de 2009."

“Alemanha e França compartilham da mesma visão europeia. Franceses e alemães lutaram entre si três vezes em menos de um século. A primeira Guerra foi algo de uma brutalidade imensa. Nós enviamos franceses e alemães de 17 anos de idade, camponeses foram enviados nas trincheiras. Há dias em Verdin que 1 milhão de bombas caíram em cima deles. Na segunda Guerra, o desfile no arco do triunfo, o projeto louco dos nazistas, judeus liquidados em nome da raça ariana."

"Quando estou no Brasil, tenho a impressão de estar numa sociedade totalmente conhecida e familiar. O Brasil tem possibilidades fantásticas de crescimento."

“Quando o presidente Lula me convidou para o 7 de setembro, achei fantástico. Havia todo o lado oficial solene e a simplicidade de um país novo. Por trás dos misseis no desfile, havia meninas, algumas com brinco, algumas tinham meias com buracos, O desfile de um pais ultra potente e também muito simples.”

“Eu me lembro de não decidir ir embora da França, não quis ser desagradável com o presidente Hollande, mas se eu resolver mudar de ideia, venho para o Brasil”

 

Doutora Ana Claudia

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Sucesso nas passarelas e campanhas, a top Ana Claudia Michels corre atrás de um sonho de infância: se tornar médica. “Sempre quis fazer, mas nunca tive tempo.”, contou. Ana entrou no cursinho no meio de 2011, mas não atingiu os 77 pontos da nota de corte da Fuvest – ela fez 59. Este ano a modelo tem aulas no cursinho de segunda a sexta das 7h às 13h30 e passa as tardes estudando com os colegas da sala. “Não faço mais nenhum trabalho fora do País e só marco campanhas nos finais de semana”, disse. A modelo vai prestar vestibular para todas as faculdades de medicina de São Paulo. “Até as particulares.” Ana é a estrela da campanha da linha da Santa Lolla para C&A. O stylist foi feito por Luis Fiod.

Apresentando Olga

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Johanna e Alexandre Birman abriram o apartamento em São Paulo para apresentar a filha Olga, de 6 meses. Johanna conta à revista “Harper’s Bazaar” que se parece com as mulheres dos anos 1950. “A mulher tem de educar filhos e dar suporte ao marido. Sou supermulherzinha”, diz. O casal gosta de estar em casa.“Preferimos programas intimistas”, conta o designer de sapatos, criador da Schutz e herdeiro da Arezzo.

Balas

A famosa vinheta de fim de ano da Globo foi gravada na semana passada. Dessa vez, mais de 300 atores e jornalistas se uniram a mais de 600 funcionários da empresa para cantar a música “Um Novo Tempo”. A vinheta começa a passar na grade de programação da emissora no final de novembro.

Amilcare Dallevo e Daniela Albuquerque convidaram Amaury Jr. para ser o padrinho da filha Alice. O batizado será na mansão de 17.800 m², considerada a maior residência do País, em Alphaville (SP).

O mau humor de Shiloh

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Shiloh, 6 anos, a filha de Angelina Jolie e Brad Pitt, faria uma participação no filme “Maleficent”, da Disney, nova adaptação de “A Bela Adormecida”, protagonizado e produzido pela mãe. “Ela ficou entediada e de mau humor no dia em que sua parte seria gravada, então acabou de fora”, infomou o site americano Radar Online. Outros três filhos da atriz vão participar da produção: Pax, 8, Zahara, 5, e Vivienne, 4.

 


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