Mundo

As armas de Israel

Tecnologia e expulsão são usadas na luta contra o terrorismo

Uma imagem impressionante roubou, na quarta-feira 8, a cena da guerra no Oriente Médio. Um homem-bomba palestino, com explosivos atados a sua cintura, falhou em sua missão e ficou gravemente ferido em Haifa, na Cisjordânia. Um robô do Exército israelense retirou os explosivos. O terrorista, de identidade não revelada, foi levado ao hospital de Alufa. O frustrado atentado ocorreu 24 horas depois da explosão de outro homem-bomba palestino, em Tel Aviv, que matou 15 pessoas e feriu 45. Esse atentado ocorreu no mesmo momento em que o premiê israelense, Ariel Sharon, se entrevistava com o presidente George W. Bush na Casa Branca.

Na sexta-feira 10, finalmente acabou o cerco de 38 dias à Basílica da Natividade, em Belém. Das 150 pessoas que estavam na igreja, 13 palestinos considerados terroristas perigosos foram temporariamente deportados para o Chipre, e depois serão enviados a países da União Européia. Antes de deixarem a Basílica, eles passaram por detectores de metal para checar se não estavam mais armados. Além dos 13 deportados, outros 26 foram levados para Gaza, onde deverão ser julgados por diversos crimes. Um grupo de ativistas de direitos humanos permaneceu na Basílica para impedir que outros palestinos
fossem deportados.