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Dilma encerra viagem aos EUA com visitas ao MIT e à Harvard

Governo quer integrar os dois centros acadêmicos americanos ao programa "Ciência sem Fronteiras"

Dilma encerra viagem aos EUA com visitas ao MIT e à Harvard

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A presidente Dilma Rousseff encerra nesta terça-feira (10) sua passagem pelos Estados Unidos com visitas ao MIT e à Universidade de Harvard, na periferia de Boston, dois centros de excelência acadêmica e científica, que ela busca somar ao ambicioso programa "Ciências sem Fronteiras".

Depois de se reunir na segunda-feira com o presidente Barack Obama em Washington, Rousseff tem previsto uma carregada agenda de atividades nestas duas instituições que figuram entre as melhores do mundo. O "Ciência sem Fronteiras" é um projeto educacional com forte investimento governamental e que prevê conceder 75.000 bolsas em quatro anos, com o objetivo de que o Brasil avance em tecnologia e inovação através do intercâmbio de pesquisadores, estudantes e professores entre instituições brasileira e do exterior.

O programa visa ao envio de brasileiros às universidades e centros de pesquisa científica mais importantes do mundo, para que regressem a seu país e apliquem os conhecimentos adquiridos, e, por outra parte, pretende atrair pesquisadores e estudantes para o Brasil.

A primeira escala de Dilma será o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), situado em Cambridge, e que, em 2011, se vangloriava em ter 77 prêmios Nobel (entre diplomados e professores) e 52 ganhadores de medalhas nacionais de ciências, segundo seu site. Dilma se reunirá com a reitora do MIT, Susan Hockfield, participará numa mesa redonda com a comunidade científica e acadêmica do instituto e assinará convênios, segundo a agenda divulgada pelo ministério das Relações Exteriores brasileiro.

Depois de um encontro com o governador de Massachusetts, o democrata Deval Patrick, Dilma se dirigirá a Harvard, também localizada em Cambridge, parte do seleto grupo de oito universidade privadas americanas da Ivy League.

Harvard também é famosa pela quantidade de prêmios Nobel, líderes mundiais e intelectuais que se diplomaram em suas aulas, apesar de, segundo a lista das melhores universidades do mundo da revista Times, ter cedido em 2011 sua posição de líder ao Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech). Dilma se reunirá com a presidente da Universidade, Drew Faust, com quem também assinará uma série de convênios, e dará uma palestra na Kennedy School of Government (HKS), especializada em administração pública.

A HKS, uma das novas escolas de pós-graduação da universidade, tem um corpo estudantil muito internacional, com cerca de 50% de seus 2.860 alunos representando 140 países. 

Na segunda-feira, o presidente Obama elogiou a relação de seu país com o Brasil e assegurou que a mesma poderá ir adiante, apesar de Rousseff insistir em sua crítica à política monetária dos países avançados.

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