Edição nº2484 21.07 Ver edições anteriores

Dançando com Fergie

Direto do celular da top Isabeli Fontana, a selfie com Fergie na hora de retocar a maquiagem mostra o clima vintage do novo clipe da cantor americana, “M.I.L.F.$” (lê-se Milf Money, em que a sigla Mother I´d Like to F*ck virou Mother I´d Like to Follow)

Direto do celular da top Isabeli Fontana, a selfie com Fergie na hora de retocar a maquiagem mostra o clima vintage do novo clipe da cantor americana, “M.I.L.F.$” (lê-se Milf Money, em que a sigla Mother I´d Like to F*ck virou Mother I´d Like to Follow). O clipe já tem 36 milhões de acessos e a música conquistou o top 40 da Billboard Hot 100. Isabeli é uma das mamães tops que participam. “A história são mães poderosas, sexys e bem-sucedidas. Me senti à vontade com a Fergie. Foi um dia alegre”, diz Isabeli. A top está prestes a mudar seu estado civil para a sra. Di Ferrero. “Vou casar até dezembro. Pensamos em algo fora do Brasil”. Isabeli ganhou o posto de embaixatriz da LÓreal. “No mundo fashion, se diz que uma modelo se torna bem sucedida quando tem um contrato mundial de cosméticos”.

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Menino do Rio
O novo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), está sendo chamado de menino do Rio. “Ele soube surfar na onda”, diz um interlocutor que acompanhou a costura de Moreira Franco em favor da eleição de Maia. Dentro do governo Temer, o ministro da Secretaria Executiva do Programa de Parceria de Investimentos foi um dos que mais trabalharam pela eleição do conterrâneo. “Um presidente da Casa carioca certamente vai olhar pelo Rio com mais carinho.”

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Surfando para o Senado
Surfando na mesma onda de Maia, surge um movimento com foco para articular uma ponte para uma futura pré-candidatura de Moreira Franco ao Senado em 2018.

Campanhas magras
A lei que proíbe o financiamento empresarial nas campanhas eleitorais será uma lei de uma eleição só. A avaliação é do marqueteiro do PMDB, Elsinho Mouco, um dos principais auxiliares de Michel Temer. Para ele, as eleições para prefeito e vereador pagarão o preço da falta de financiamento, mas a tendência é que a regra não vingue para as próximas eleições. “Quando o legislador peca pelo exagero, só tem uma saída: voltar atrás”. A mudança na legislação que eliminou o financiamento privado de campanha foi aprovada em setembro de 2015. O relator da matéria, para quem não lembra, foi o senador Romero Jucá (PMDB-RR).

Convencer Temer
A candidatura de Marta Suplicy pelo PMDB à Prefeitura de São Paulo enfrenta dificuldades para viabilizar o caixa de sua campanha e contratar equipes. Com a saída do marqueteiro Elsinho Mouco, o empresário Marcio Toledo, seu marido, e Xico Graziano, ex-auxiliar de FHC, seguem no trabalho de comunicação. Sem financiamento empresarial com a nova regra, o esforço agora seria convencer Michel Temer a entrar na campanha de São Paulo, apoiando-a com o suporte da máquina federal. Temer já havia sinalizado que se manteria neutro. Seria complicada sua presença na disputa com partidos da base aliada de seu governo, como o PRB de Celso Russomano, que está na base de apoio nacional, e o PSDB, com João Doria Jr.

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A alegria se chama Chissomo
Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank estão em êxtase. O motivo: Chissomo, ou “Titi”, o apelido carinhoso da filha que o casal adotou na África. “A gente não escolheu, a gente foi escolhido. Falar em felicidade é pouco”, disse Bruno. O amor entre os três nasceu e se consolidou nos quase três meses que o casal passou lá realizando trabalhos sociais. “É um momento único, especial, e quero ficar em casa para me dedicar mais à minha família”, disse Giovanna.

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A adoção de Titi não significa que eles desistiram de ter mais filhos.“Estamos treinando. Lá em casa é ripa na chulipa, né amor?”, brincou o ator, que será um motoqueiro na próxima novela global das 18h, “Sol Nascente”. “Meu personagem é pura emoção, como estou agora”, disse, no lançamento da coleção de verão da John John, em São Paulo.

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Bate-papo
A delegada Cristiana Bento, que investigou o estupro coletivo de uma adolescente no Rio, participa na terça-feira 19, em São Paulo, do bate-papo “Planeta Mulher – Por que tanta violência contra uma força vital?”, às 19h, na FNAC da Avenida Paulista. O debate da revista Planeta terá ainda a procuradora Luiza Nagib Eluf e a secretária-adjunta de Direitos Humanos de SP, Djamila Ribeiro.

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Um show de Brown
O espetáculo “Antonio Carlos Brown – um popular brasileiro”, que estreou em São Paulo, e seguirá em turnê para comemorar os 37 anos de carreira de Carlinhos Brown, será transformado em documentário/DVD para ser exibido no canal Arte 1. Dirigido por Paulo Borges, com fotos de Miro, o show traz canções do primeiro álbum do músico, “Alfagamabetizado”, dos “Tribalistas” e do novo disco, “Artefireccua”, além de sucessos da carreira. O show compõe uma extraordinária mescla de imagens que definem o cantor, entre cenas brasileiras, indígenas e africanas. O DVD também será dirigido pelo criador do São Paulo Fashion Week.

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ISTOÉ- Como avalia este show na história da sua carreira?
Carlinhos Brown – É muito bom resgatar o começo. Lá atrás, “Alfagamabetizado” foi definido como um disco para gringo ouvir. Mas a Billboard incluiu o trabalho na lista dos 1000 discos para se ouvir antes de morrer. Isso me deu confiança. Estou feliz de celebrar minha carreira neste show, com a direção de Paulo Borges, que é um diretor que respeita a cultura brasileira.

ISTOÉ- O Brasil precisa de ineditismo?
Brown – Ineditismo é coragem. Se você não mostrar o novo, como vai ser? A gente precisa cantar pela primeira vez coisas diferentes. O Brasil está fazendo muita música. Somos matriz para o mundo.

ISTOÉ- Como vê o momento brasileiro?
Brown – É um momento de obviedades. Condiz com a escola em que cada um se formou, com a forma como aprendemos a lição. Não encontro culpados para este momento do Brasil. A ganância tem feito a gente se perder. Nosso desafio é se encontrar. Acredito no Brasil.


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