Economia

Cobre recua em Londres e Nova York, na esteira de dados chineses fracos

Os futuros de cobre operam em baixa em Londres e Nova York nesta manhã, ampliando perdas de ontem, na esteira de indicadores mais fracos do que o esperado da China, o maior consumidor mundial de metais básicos.

Por volta das 7h30 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) caía 1,33%, a US$ 6.468,00 por tonelada.

Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para entrega em dezembro recuava 1,41%, a US$ 2,9390 por libra-peso, às 7h46 (de Brasília).

A produção industrial e as vendas no varejo da China cresceram menos do que se previa na comparação anual de agosto e os últimos números sobre investimentos em ativos fixos também decepcionaram.

“Uma desaceleração dos investimentos chineses em infraestrutura seria particularmente negativa para os metais”, observou Caroline Bain, economista sênior de commodities da Capital Economics. Segundo ela, também há um movimento de realização de lucros pressionando o cobre, que, no último dia 6, atingiu os maiores níveis em três anos.

Entre outros metais básicos na LME, as perdas eram quase generalizadas: o zinco caía 1,12% no horário indicado acima, a US$ 2.996,00 por tonelada; o alumínio recuava 1,07%, a US$ 2.086,00 por tonelada; o níquel cedia 1,84%, a US$ 11.230,00 por tonelada; e o chumbo perdia 0,8%, a US$ 2.280,00 por tonelada. Única exceção, o pouco negociado estanho subia 0,34%, a US$ 20.545,00 por tonelada. Fonte: Dow Jones Newswires.

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