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Mantega, a tábua de salvação

Mantega, a tábua de salvação

Em almoço fechado na sede da Fiesp, na segunda-feira 1o, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ficou “rouco” de tanto ouvir queixas contra a intenção do Banco Central de aumentar as taxas de juros. Paulo Francini, diretor da casa, disse que a indústria está investindo e tem plena capacidade para atender à demanda. Marcelo Odebrecht argumentou que os juros altos prejudicam o investimento público. Todos, inclusive Josué Alencar, presidente da Coteminas, ponderaram que é prematuro falar de inflação de demanda. Mantega concordou com o diagnóstico dos empresários, mas explicou que não podia falar sobre a taxa de juros. Nem precisava.