Edição nº2475 19.05 Ver edições anteriores

Só falta o filme

As comemorações não param. Em cartaz com o musical Raia 30, que celebra seus 30 anos de carreira, ­Claudia Raia está orgulhosa

As comemorações não param. Em cartaz com o musical Raia 30, que celebra seus 30 anos de carreira, ­Claudia Raia está orgulhosa. Ela será tema do samba enredo da Escola de Samba paulistana Nenê da Vila Matilde e sua filha Sophia, 12 anos, vai representá-la, quando pequena, na comissão de frente. “Quando me ligaram para saber se eu topava, comecei a chorar de nervoso. Vai ser lindo”, diz. “Minha família inteira vai desfilar. Uma emoção sem tamanho.” Antes disso, em novembro, a atriz lança pela editora Toriba o table book com imagens de sua carreira. “De luxo, é claro, porque o livro foi pensado como uma joia”, ela ressalta. Com curadoria de Gringo Cardia, depoimentos de personalidades como Reynaldo Gianechinni, Angélica e Ney Latorraca, o livro terá três capas diferentes. “A premium terá cristais”. O preço ainda não foi definido. “Não é uma biografia e nem está em ordem cronológica”, diz ela. “São depoimentos de amigos e pessoas com quem trabalhei. Faço uma homenagem aos fotógrafos e maquiadores que mais estiveram comigo.” Para 2016, Claudia já está confirmada na próxima novela das nove, “Sagrada Família”, que substituirá a atual “A Regra do Jogo”. Fará a dona de posto de gasolina que sabe viver a vida. “Tenho uma vontade de realizar quase adolescente. Não me sinto com 48 anos. “Eu me cuido, sou bailarina, uma das poucas sobreviventes que resistiu ao silicone. Não sou contra, mas sei que estou bem para a minha idade. Vou ser uma velhinha animada”, diz. Para as comemorações, só falta o filme: “Quem sabe? Deixa para os 50. Ou não vou ter o que fazer quando chegar…”

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Balas

No PMDB
Marta Suplicy dispara emails convidando para a festa de sua filiação ao PMDB no Teatro Tuca, em São Paulo, sábado 26. “Traga a família e amigos”, escreveu. O escritor Fernando Morais postou o convite no Facebook e comentou: “O que é isso, companheira?”

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Ele é Investment grade
Francisco Forbes, 26 anos, é um dos indicados do prêmio Inovators Under 35 do MIT (Massachusetts Institute of Tecnology) de jovens empreendedores no mundo. O feito: fundou a Seed, um sistema de analytics para varejo que faturará neste ano R$ 4,5 milhões em 2000 pontos no País. A pessoa entra na loja e o sensor registra faixa-etária, sexo, se comprou ou não. “Levamos para lojas físicas o controle de informações dos sites de venda”, diz. “Temos batido metas. O varejo quer informacão para navegar na crise.” Entre os clientes: Carrefour, Shopping Cidade Jardim, Arezzo e Ri Happy.

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"Sou a mulher que mais amou na vida"

Elza Soares desembarca intimista no bar Baretto do hotel Fasano, em São Paulo, na terça-feira 22 e quarta-feira 23, antes do show oficial de lançamento de seu novo disco de inéditas “A Mulher do Fim do Mundo, em 3 de outubro, no Auditório do Ibirapuera. “Estou me renovando mais uma vez. Não me considero a mulher do fim do mundo, mas sou mulher em todos os sentidos”, brinca Elza, que lança seu primeiro CD só com músicas inéditas, na casa dos 80 anos. “A sensação de fazer algo novo é surpreendente, mas seria a mesma se eu tivesse 16. O prazer da música não muda.” A seguir ela fala de amor, morte, saudades e Rock in Rio:

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Amor
“Sempre acreditei no amor. Sou a mulher que mais amou na vida. Quero fazer muita coisa, pois ainda estou viva. Gostaria de compreender a humanidade. 

Morte
“Tenho medo da morte porque não sei como ela é.” 

Saudade
Para quem perdeu filhos e mãe, a palavra “saudade” é doída. Eu realmente não gosto da palavra. Gostaria que os brasileiros lembrassem a mulher que eu sou. Não sei se vão lembrar de mim, mas, se isso acontecer, espero ficar marcada em alguma música, filme ou rua.

 

Rock in Rio
“Nunca fui convidada para o Rock in Rio, apesar de ser amiga do Roberto Medina. Realmente, os brasileiros valorizam muito os artistas internacionais. Que haja um intercâmbio musical. Se eu encontrasse a Beyoncé, por exemplo, iria fazer ela cantar samba e eu cantaria uma música dela.” 

Comer, comprar e cantar

Antes de soltar a voz com seus velhos hits como “Tonight’s the Night”, o cantor Rod Stewart curtiu o Rio no clima low profile. No Brasil para shows em São Paulo, Curitiba e no Rock in Rio, ele postou foto na cidade e curtiu a noite carioca moderadamente. Na quarta-feira 16, jantou com amigos no restaurante Gero de Ipanema. O cardápio foi italiano: pediu ossobuco de vitela assado com risoto de açafrão e tomou o vinho Fantini Montepulciano d’Abruzzo safra 2013. Nos outros dias, preferiu a tranquilidade de jantar no 26º andar do hotel. Foi gentil com os fãs, mas sem frenesi. Tudo muito cool. O cantor americano que embalou a plateia do Rock in Rio, há 30 anos, em 1985, foi todos os dias à praia na frente do Hotel Sheraton, onde está hospedado, e, quis ir às comprinhas. Fez a alegria dos vendedores da rede Zara no shopping Leblon. Comprou roupas e tirou fotos só os vendedores. Andou, full time, com uma tradutora. No vai-e-vem dos shows nas capitais, optou pela base no Rio, fazendo bate-volta de jatinho para poder dormir todas as noites na Cidade Maravilhosa.

 

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Língua solta

No calor dos debates ­americanos, Donald Trump ainda tira o sono dos ­republicanos que concorrem às prévias das eleições presidenciais nos Estados Unidos.

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Mas ficou na memória de empresários brasileiros a ­opinião de Nicolas Sarkozy sobre o bilionário presidenciável, na recente passagem pelo Brasil do ex-presidente francês: “Trump é o que fala. Por mais ridículo que ele seja, coloca os problemas que ecoam nas pessoas.

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Essa vontade de falar diretamente, mesmo quando é Trump, pode funcionar”. Sarkozy opinou ainda sobre Hillary Clinton: “Ela é outra coisa, diferente de Obama e do seu marido, Bill Clinton. Tê-la à frente dos Estados Unidos seria um sinal de vitalidade”. 

 

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Fotos: Torquatto (Claudia Raia); Stéphane Munnier (Elza Soares) 


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