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Sedativos elevam chance de demência

Idosos que fazem uso regular (por mais de três meses) de remédios benzodiazepínicos têm 51% mais chances de desenvolver demência e doença de Alzheimer do que pessoas que nunca recorreram a esses remédios. E aqueles que tomam por mais de seis meses têm risco dobrado, segundo estudo publicado na semana passada na edição online da revista científica “British Medical Journal”. Fazem parte dessa classe de substâncias os remédios lorazepam, diazepam e alprazolam, prescritos pelos médicos para domar a ansiedade e induzir o sono.