A semana

A vida de Paul Walker imitou a arte. Bem que podia ter imitado a si mesma

A vida de Paul Walker imitou a arte.  Bem que podia ter imitado a si mesma

Um jargão mais que surrado: “A vida imita a arte.” Bem que no caso do ator Paul Walker a vida poderia ter imitado a própria vida. É simples: ao seguir o lugar-comum, o destino matou Walker num pavoroso acidente de carro, logo ele, o astro americano dos seis filmes da franquia “Velozes e Furiosos”. Foi retornando na semana passada, em Los Angeles, de um evento no qual se arrecadaram donativos para os atingidos pelo tufão Haiyan que ele morreu de “lesões traumáticas e térmicas” – o Porsche Carrera GT em que pegara carona, dirigido por um amigo que se mantinha numa velocidade alucinada (ainda não estabelecida pela polícia), perdeu o rumo, espatifou-se e incendiou-se. Segundo o site TMZ, a Porsche já emitira um alerta sobre possíveis falhas nesse modelo no sistema de gerenciamento de estabilidade (trata-se de uma edição limitada com apenas 1.270 veículos, R$ 4 milhões cada um).