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A escolha de Adèle

Muito se tem alardeado sobre as cenas de sexo no novo filme do diretor francês Abdellatif Kechiche

A escolha de Adèle

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Muito se tem alardeado sobre as cenas de sexo no novo filme do diretor francês Abdellatif Kechiche. Vencedor da Palma de Ouro no último festival de Cannes, “Azul é a Cor Mais Quente” vai além das passagens da vida íntima de Adèle (Adèle Exarchopoulos), uma menina de 17 anos que se descobre homossexual depois do encontro na rua com Emma (Léa Seydoux), uma estudante de arte de cabelos azuis. Baseado na graphic novel homônima da autora francesa Julie Maroh, lançada simultaneamente ao filme, o trabalho de Kechiche é uma narrativa delicada sobre os desafios da busca do jovem contemporâneo pela identidade. Hoje, essa procura passa mais pelas opções políticas e sexuais do que antes, quando a escolha profissional supostamente dava conta de tudo.

+5 cineastas franceses

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François Ozon
É diretor do ótimo “Jovem e Bela”, em cartaz nos cinemas. Recebeu o Bafta pelo longa “Dentro da Casa”, de 2012

Michel Hazanavicius
Escreveu e dirigiu “O Artista”, filme mudo e em preto e branco que lhe valeu o Oscar de melhor direção em 2011

Jacques Audiard
Autor de “O Profeta” e do recente “Ferrugem e Ossos”. De família de cineastas, era montador antes de passar à direção

Olivier Assayas
Os temas políticos marcam seus filmes mais recentes como “Depois de Maio” e “Carlos”, sobre o terrorista Carlos, o Chacal

Christophe Honoré
Dirigiu o ótimo drama sobre prostituição “As Bem-Amadas”, com Catherine Deneuve e sua filha Chiara Mastroianni