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Dilma mais protegida

Como será o novo distema de segurança do Palácio do Planalto

Dilma mais protegida

Um recente relatório do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República trouxe dados alarmantes. O Palácio do Planalto, local de trabalho da presidenta Dilma Rousseff, é um edifício vulnerável. Segundo documento ao qual ISTOÉ teve acesso, as câmeras que monitoram os quatro pisos do edifício apresentam imagens "brancas, com reflexo e fora de foco, mal posicionadas, sem sinal e resolução". Ainda de acordo com o documento, a má qualidade dos equipamentos está contribuindo para "falhas humanas". As deficiências de segurança tornam-se potencialmente mais perigosas em um período marcado por protestos violentos – em junho, vândalos tentaram até invadir o Palácio do Planalto. Para deixar o edifício mais seguro, a presidenta Dilma autorizou um investimento de R$ 13,6 milhões na aquisição de novos aparatos tecnológicos. O sistema, que deve começar a funcionar no ano que vem, vai monitorar, em tempo real, toda a movimentação de pessoas e documentos no edifí cio. A seguir, conheça os detalhes do novo sistema de segurança do Palácio do Planalto

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