Edição nº2471 20.04 Ver edições anteriores

Top nos negócios

Top Izabel Goulart lança carreira nos negócios

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A top Izabel Goulart diz que modelo deve ser camaleoa. E avisa: está se transformando em business woman. Até o final do ano, terá licenciado três produtos: uma marca de óculos escuros, outra de shakes dietéticos, em parceria com a Nutrilatina, e uma terceira, ainda em segredo, na área de moda. De shakes dietéticos, no entanto, ela mesma nunca precisou. “Nunca fiz dieta. Tenho o metabolismo acelerado”, confessa. Abaixo, ela conta, entre outras coisas, que seu sonho é ser uma nova Jane Fonda dos exercícios físicos:

Ser business woman é… “É uma coisa de momento. Os negócios estão voltados para o cuidado com o corpo e a saúde.”

Mas eu quero mesmo… “Lançar meu fitness vídeo. Quero mostrar como eu malho, como é feito o meu treino.”

Um defeito nos negócios… “Ser perfeccionista. É a minha maior qualidade e o maior defeito. Sou intensa. No dia a dia, as coisas devem ser mais práticas.” 

Não mexa no meu cabelo, que eu… “Nunca mudei, mas tenho curiosidade. Faria algo do tipo dois tons. Na profissão, tenho que estar aberta a mudanças. Modelo tem que ser camaleoa."

Eu me tornaria atriz se… “Tivesse tempo. Quando participei do Menina Fantástica, fiquei com água na boca, mas agora não teria tempo de fazer projetos paralelos em tevê. É preciso estudar, ler. Nenhuma pessoa acorda atriz da noite para o dia.” 

Namora há sete anos, mas… “Não tenho esse sonho de casar de véu e grinalda (ela namora o empresário Marcelo Costa, de São Carlos/SP, sua terra natal). Vivo o hoje. Não é o tempo que me faz planejar alguma coisa.”

It-girl

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No rastro de “Bling Ring – A Gangue de Hollywood”, novo filme de Sofia Coppola, que estreou sexta-feira 16 no Brasil, uma certa bolsa com as iniciais da cineasta também promete virar sucesso de público. Em 2009, Sofia pediu à Louis Vuitton que fizesse uma bolsa especialmente para ela, com os detalhes que imaginara. Pedido atendido, a aposta na bolsa rendeu dividendos. A partir de 21 de setembro, o Le Bom Marché Rive Gauche, em Paris, venderá o modelo, batizado de “SC Bag” (foto), numa versão mini. O mimo, feito de couro de bezerro, vai custar 2.820 euros.

Bala
O primeiro aniversário do shopping JK Iguatemi, de Walter Torre e Carlos Jereissati, não teve bolo nem festa, mas os resultados do empreendimento paulistano, focado nas marcas de luxo, foram comemorados. O faturamento mensal do shopping tem variado de R$ 65 milhões a R$ 70 milhões. “Fecharemos nosso ano com mais de R$ 800 milhões de faturamento”, diz o gerente geral Fernando Bonamico. Segundo o executivo, o negócio fechou as contas com lucro. A partir de setembro, vem reforço: a GAP inaugura loja de 600 m2. A Moncler e a estilista Patrícia Bonaldi também abrem lojas.

“Se eu posaria nua? Nunca digo nunca”

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Ela apareceu na tevê pela primeira vez na novela Chiquititas, aos 12 anos. Aos 26, Sthefany Brito cresceu. Depois do divórcio do jogador Pato em 2010, a atriz sacudiu a poeira. “Acertar e errar são consequências da vida”, reflete sobre a separação. “Estou feliz e isso é o que importa”, conta. Sem falar muito sobre a vida pessoal, Sthefany, que está atuando na novela das seis “Flor do Caribe”, não descarta nenhuma possibilidade profissional. “Se eu posaria nua? Nunca digo nunca”, diz. “Mas, no momento, não.” Por enquanto, a atriz fica no topless que fez para a revista “Status” deste mês.

Faço graça, faço drama

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Wladmir Britcha é estrela do Festival de Gramado para a exibição do drama “A Coleção Invisível”, do qual é protagonista. Desde a estreia do filme no Festival do Rio, o longa dirigido pelo francês Bernard Attal participou da Mostra Internacional de SP, do Festival de Havana e ganhou prêmio de melhor filme no Festival Internacional de Lisboa. Chega às telas dia 6 de setembro:

ISTOÉ – Seu personagem perdeu o pai, tem conflitos com a mãe e perdeu amigos em um acidente de carro. Você já vivenciou alguma dessas situações?
Wladmir Britcha –
Não, mas as minhas questões na adolescência, que me fizeram ter conflitos pontuais com meu pai, ou a perda prematura da mãe da minha filha, me auxiliaram a transitar pelas dores do personagem.Talvez por conta de uma paternidade cedo, fiz uma certa curva de amadurecimento antes do Beto.

ISTOÉ – Sua veia é cômica. Como foi encarar um drama?
Wladmir Britcha –
Foi uma grande oportunidade de exercitar, além de mostrar ao público meu lado dramático. Foi um presente, por se tratar de uma história tocante, complexa e distante de qualquer clichê. 

ISTOÉ – Algumas cenas foram gravadas na rua, em torno de uma plateia gigante. Como foi a experiência?
Wladmir Britcha –
É muito difícil se concentrar com algumas centenas de pessoas lhe observando. Mas foi lindo e surpreendente ver como a multidão entendeu rapidamente a necessidade do silêncio e parecia que era cúmplice daquela história.

ISTOÉ
– Você teve de emagrecer para fazer seu personagem. Vai ganhar esses quilos de volta?
Wladmir Britcha –
Corria seis vezes por semana e comia de forma bastante moderada. Em pouco mais de dois meses perdi 11 quilos.  Já os ganhei de volta. Perdi para fazer outro filme, e ganhei de volta outra vez. Agora eles insistem em ficar.

ISTOÉ
– Você declarou que Adriana Esteves, sua mulher, era a sua “crítica mais exigente”. O que ela achou do filme?
Wladmir Britcha –
Foi muito minha cúmplice durante o processo e tem muito orgulho do filme, do meu trabalho
e da minha escolha por fazê-lo. 

“José e Pilar” é pop

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No rasante que deu em São Paulo para lançamento e leitura de dois livros de José Saramago, Pilar Del Rio, viúva do escritor português, dividiu uma mesa animada no restaurante Spot (foto). A anedota da noite foi narrada pelo cineasta Miguel Gonçalves Mendes, diretor do documentário “José e Pilar”. Miguel, que anuncia para 2015 a adaptação para o cinema de “O Evangelho Segundo Jesus Cristo”, achou um DVD pirata de “José e Pilar” num camelô da rua Augusta. Parou para perguntar o preço e ouviu a recomendação: “Cara, compra esse filme. É muito bom”. Miguel pagou R$ 10 e levou seu filme. O diretor português está morando há dois meses em São Paulo. Também prepara o documentário “O Sentido da Vida”, com a O2 de Fernando Meirelles. A co-produção internacional trará o fundador do Wikileaks, Julian Assange, o escritor Valter Hugo Mãe e o filósofo Alain Botton.

Fotos: andré schiliró (Izabel Goulart); andré nicolau/status (Sthefany Brito);
divulgação (Sofia Coppola); arquivo pessoal (Pilar Del Rio); divulgação (Wladmir Britcha)


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