Edição nº2488 18.08 Ver edições anteriores

Antes de dizer sim

Ana Beatriz Barros aguarda o namorado egípcio, Karim El Chiaty, pedir a sua mão. A top de 31 anos está disposta a se converter ao islamismo

Antes de dizer sim

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Ana Beatriz Barros aguarda o namorado egípcio, Karim El Chiaty, pedir a sua mão. A top de 31 anos está disposta a se converter ao islamismo para se casar com seu príncipe do Egito, com quem namora há um ano e meio. Vestida de noiva para Istoé Gente, ela adotou o lema “just have fun antes de dizer sim”. Karim, 28, herdeiro de uma companhia de turismo do Egito, com negócios em Dubai e na Grécia, se derrete: “Eu me sinto afortunado por tê-la em minha vida.”

Set de filmagem após derrota

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Depois da derrota apoteótica para Chris Weidman, Anderson Silva pediu tempo. Quis se isolar com a mulher e os quatro filhos em Los Angeles, onde mora (foto). Mas avisa: “O Spider continua e com mais motivação. Perdi uma luta. Não perdi meu legado. Chamou para a batalha, lá estarei.” O próximo round, contudo, é como ator. O lutador passará duas semanas gravando o filme “Até que a Sorte nos Separe 2”, de Roberto Santucci, com o ator Fernando Hassum e a atriz Danielle Winits. A estreia está prevista para dezembro. “Já estou a mil”, diz Anderson à coluna. Brasil surpreso: “A surpresa é legítima. O Brasil me conhece de fato há um ano, quando a Globo passou a transmitir as lutas. Isso complica a compreensão do modo como lutei.” Preço da provocação: “Eu não desrespeitei ninguém. O próprio Weidman disse que não se sentiu desrespeitado. Se ele diz isso, não me importo com ninguém dizendo outra coisa. Só eu e ele sabemos como realmente foi.” Perdas: “Faz parte alguém perder para outro ganhar.” Projetos: “Começo a gravar o filme e, em seguida, um comercial no Japão. Depois, para me desligar, treino na academia. Lá é meu santuário.”

Balas
Depois do sucesso do evento promovido pelo Le Bon Marché em Paris, a rede francesa Manoprix se junta a Abest (Associação Brasileira de Estilistas) para mais um evento do Brasil na França. Sessenta de suas 140 lojas venderão em 2014, antes da Copa, peças de moda e design e iguarias gastronômicas made in Brazil.

O Brasil vai sediar, de 5 a 15 de novembro de 2015, o 35º Congresso Mundial de Teatro, promovido pelo ITI (Internacional Theatre Institute), reunindo 100 países e com a presença da diretora da Unesco Irina Bokova. O último foi na China e o próximo será no Azerbaijão, em 2014.

Um beijo para Feliciano

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O diretor de teatro José Celso Martinez Corrêa não foi às passeatas de junho, mas levou a ­energia delas para dentro de casa. O seu Teatro Oficina, em São Paulo, recebeu mais de mil pessoas, entre intelectuais e artistas, para alinhar a classe artística às manifestações do País no ato Cultura Atravessa. “O Oficina sempre foi um espaço aberto para manifestações. O teatro na Grécia era ponto de encontro de cidadania e criatividade”, diz o anfitrião. Com presença do Movimento Passe Livre, o ato uniu performances a discursos. O coreógrafo Sandro Borelli dedicou aos deputados evangélicos o balé de dois homens beijando-se ininterruptamente (na foto, Zé Celso assiste, de casaco vermelho). O ator Ney Piacentini comandou a rodada de discursos como os de Lauro Cesar Muniz e João das Neves. Novas reuniões definirão a presença da classe em protestos do MPL e um novo ato no fim de julho.

ISTOÉ – Como avalia o encontro?
José Celso –
Foi maravilhoso, um ato libertário. Trouxe de volta o que 1968 teve de mais maravilhoso: a imaginação. O ponto alto foi a peça dos bailarinos, que levou o Guinness do maior beijo dado na história (mais de cinco minutos)!

ISTOÉ – Foi às passeatas?
J.C. –
Elas vieram até mim. Passaram pelo teatro. Sofro do coração, não posso subir ladeiras. Nas ruas não havia aparecido nada sobre cultura ainda. É por meio da cultura que pessoas aprendem a ter imaginação.

ISTOÉ – Que cartaz levaria às passeatas?
J.C.–
Levaria dois: Atravessa Cultura e Fim da Polícia Militar, que é um resquício da ditadura.

Cabarés em Paris

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Mariana Ximenes, que viverá uma vedete na próxima novela das seis, “Joia Rara”, acaba de voltar de Paris, onde visitou cabarés franceses, como Moulin Rouge, para entrar no clima da personagem. A trama se passa nos anos 30 e 40. A atriz tem feito aulas de canto e aperfeiçoado o francês e o espanhol. Ela cantará na novela sucessos nas duas línguas. Também deve cantar a música “Under Pressure”, da banda inglesa Queen. A ideia foi inspirada no filme “Moulin Rouge”, que teve Queen na trilha sonora.

Os embalos de quarta à noite

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Nem era sábado à noite. Mas, depois de seus embalos na quarta-feira 10, Bebel Gilberto se empolgou a tal ponto com John Travolta na plateia de seu show, no hotel Fasano Rio, que chegou a ficar de joelhos diante do ídolo no camarim. Isso porque o ator disse que tinha todos os discos dela. Travolta, que veio ao País gravar um comercial, entrou no embalo. Sentado na primeira fila, filmou e fotografou todo o show. E ainda se sacudiu na cadeira cheio de ritmo.

Fotos: Cristiano Madureira (Ana Beatriz Barros); Anderson Zaca (Anderson Silva);
JF DIORIO/ ESTADÃO (José Celso Martinez Correa); Gabo Morales/Folhapress (Mariana Ximenes)


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