Edição nº2480 23.06 Ver edições anteriores

Em festa de Xuxa, Ivete é rainha

A festa do aniversário de Xuxa no Hotel Unique, em São Paulo, foi a cereja do bolo das comemorações de 50 anos da rainha

Em festa de Xuxa, Ivete é rainha

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A festa do aniversário de Xuxa no Hotel Unique, em São Paulo, foi a cereja do bolo das comemorações de 50 anos da rainha. O jantar beneficente, comandado por Roberto Justus e Deborah Secco, além de arrecadar fundos para a Fundação Xuxa Meneghel e o Hospital do Câncer de Barretos, teve artistas como anfitriões da festa. Ivete Sangalo animou o palco e pediu para que os convidados “botassem as carteiras sobre a mesa”, para dar altos lances no leilão que angariou os fundos. Fez fotos de Xuxa com o namorado, Junno Andrade, em clima de romance e beijos calientes.

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LADY IN RED
Num vintage Dior, Luiza Brunet era a mais chique dama de vermelho da festa

Ivete ainda se animou no camarim, onde cantou um “parabéns a você” até perceber que a homenagem era para ela, aniversariante na segunda-feira 27. Xuxa encomendou até um bolo especial para a amiga. Luiza Brunet, 51 anos, brilhou a caráter num vintage Dior. Era a mais bela dama de vermelho, cor sugerida no convite para o traje. Na trilha das causas defendidas, Xuxa deve aparecer nas telinhas a partir do próximo dia 21, na estreia da Copa das Confederações, emprestando o rosto a uma campanha da Secretaria de Direitos Humanos contra violência e exploração sexual.

Hebe forever

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Caixas etiquetadas com milhares de cartas, araras de vestidos, sapatos, objetos pessoais e uma infinidade de fotografias de Hebe Camargo obrigaram a empresária Helena Caio a esvaziar alguns cômodos da mansão da apresentadora, em São Paulo, só para acomodar o acervo em fase de organização. Mulher de Claudio Pessutti, empresário e sobrinho de Hebe, Helena sofre para selecionar os ítens da exposição que fará parte do projeto Hebe Forever. “O desafio será editar o acervo dela. Imagine resumir uma história de sucesso
dos 16 aos 83 anos?”, diz Helena, anjo da guarda da apresentadora até a sua morte, que completa um ano em setembro.

Dois anos depois…

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Quem pensa que o Rei é implacável só com biografias não autorizadas se engana. Foi em setembro de 2011, em Jerusalém, o pré-lançamento de “Rei”, obra autorizada por Roberto Carlos. Com 25 quilos, custaria R$ 6 mil e teve reservas de compra (foto). Mas dois anos se passaram e até hoje o livro não saiu. Fotos e textos reunidos pela Toriba Editora ainda não foram aprovados pelo Rei. Há dois meses Roberto disse ao editor Pedro Sirotsky que “está liberando”. O trabalho terminava com o show em Israel, mas ganhou o registro da música “Esse Cara Sou Eu”.

“Uma dona Helô não faz verão, né?”

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A novela “Salve Jorge” acabou, mas a dona Helô, de Giovanna Antonelli, transpôs a telinha e pôs a delegada como heroína nacional. Tanto que a procura de jovens por concursos para o cargo aumentou 30% no País. Mas ela não se ilude. “Tem que mudar o sistema. Só assim vamos conseguir dar um futuro melhor a nossos filhos”, diz a atriz, mãe de três crianças. Falando em filhos, ela também levanta a bandeira do DHA, substância que aumenta a capacidade cognitiva das crianças e é lançado no Brasil pelo leite Enfagrow, do qual é embaixadora.

ISTOÉ – Acha que dona Helô resgatou um certo heroísmo da polícia? 
Giovanna –
Com certeza. Foi um orgulho representar a classe. E mudou não só a minha visão, mas a de todo mundo. O trabalho da polícia é genial, especialmente o processo de inteligência, de desvendar crimes. Se tivessem mais recursos, agiriam muito mais rápido. Precisam de melhores condições e salários.

ISTOÉ – Já passou por uma situação de violência? 
Giovanna –
Várias. Fui assaltada umas dez vezes, com arma, sem arma, com canivete, e vivo neurótica na cidade onde moro. Até a beleza do Rio diminui para mim por conta da falta de segurança. 

ISTOÉ – Como acha que a dona Helô agiria em situações como o arrastão da Virada Cultural em São Paulo? 
Giovanna –
Uma dona Helô não faz verão, né? Precisamos de conscientização. Até na melhoria de condições nos presídios.

“O tempo não passa para as famílias”

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Durante o jantar-show de Xuxa, a ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos, comentava o depoimento do fotógrafo Silvaldo Vieira, autor da foto de Vladimir Herzog enforcado: “Era uma época de tanto medo, que provavelmente ele sentia também”, disse, sobre a declaração do fotógrafo de que ele também foi vítima da ditadura, mesmo no posto por três anos. “Foi um gesto de respeito aos familiares e de coragem para falar, mesmo depois de tanto tempo. O tempo não passa para as famílias.”

Chique e acessível

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O estilista Reinaldo Lourenço lançou sua nova coleção Verão/Resort, inaugurando uma nova fase da marca. Plissados, clássicos da alfaiataria e uma linha de festas a preços mais acessíveis. “Gostei do exercício de fazer uma coleção mais comercial”, diz ele, que optou por não desfilar no SPFW. “As vendas aumentaram 40% no showroom.”

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Dia 14, Toquinho fará show em homenagem aos 100 anos de Vinícius de Moraes. O palco será montado em São Francisco Xavier (SP), na tenda literária do Festival da Mantiqueira. Só músicas de Vinícius serão cantadas.

Será lançado em 2014 um livro sobre a história da família Guinle pela editora Intrinseca. O historiador Clóvis Bulcão, autor do livro, narrará o episódio em que Otávio Guinle é deserdado da família por se apaixonar… por uma atriz. A virada da história culminou com a construção do Copacabana Palace entre 1919 e 1923, graças às mesadas de sua mãe, Guilhermina Guinle, bisavó da atriz da Globo.

Fotos: Blad Meneghel (xuxa-abre); ag. news (Luiza Brunet); Paulo Vitale (Hebe);
Adriano Machado (Maria do Rosário); Gisele Vitória (); divulgação (Giovanna Antonelli)


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