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O dinheiro está mais caro

Para frear o consumo e conter a inflação, o governo encarece o crédito. Saiba quais são os setores mais afetados pelo aumento dos juros e o que fazer para reduzir o impacto do custo dos empréstimos

O dinheiro está mais caro

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No mercado financeiro, ninguém duvida que os diretores do Banco Central vão elevar a taxa básica de juros na quarta-feira 20, na reunião do Copom. O crédito, portanto, ficará mais caro depois da Páscoa. Se for mantida a tendência dos últimos cinco meses, quando o governo começou a lançar medidas destinadas a conter o consumo para combater a inflação, o impacto da decisão do BC no dia a dia da população não será tão indigesto. O vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade, Miguel José de Oliveira, prevê que o aumento de juros ficará diluído nas prestações, a ponto de não inibir a tomada de empréstimos. É bem possível também que os grandes varejistas mantenham seus juros e prazos, o que representa uma boa notícia para os consumidores e para a economia como um todo. A seguir, saiba quais são os custos embutidos nas diversas modalidades de empréstimos oferecidas no País, os setores que deverão ser afetados pelo aumento da taxa Selic e o que fazer para planejar suas compras e sair ganhando.

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